SAÚDE & LAZER

Câncer do colo do útero está entre os cânceres que mais mata no Brasil

Doença poderia ser evitada com do uso de preservativos durante a relação sexual

Curitiba – 19/05/2010 – O câncer do colo do útero é o segundo tipo de câncer que mais mata as mulheres no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), do Ministério da Saúde. Para cada 100 mil habitantes, 19,18 mulheres morreram, entre os anos de 2008 e 2009. O câncer de colo de útero fica atrás apenas do câncer de mama, com 50,71 casos.   

De acordo com o Inca há, aproximadamente, 500 mil novos casos anuais no mundo, sendo responsável pela morte de 230 mil mulheres por ano. No Brasil, para 2010, as pesquisas estimam que ocorram 18.430 mortes pela doença. Mas este dado alarmante poderia ser evitado com medidas preventivas simples. Hoje, sabe-se que este tipo de câncer está associado diretamente à infecção por um dos 15 tipos oncogênicos do vírus HPV. De acordo com o oncologista do Hospital Santa Cruz, Dr. Guilherme Cidade Crippa, esta infecção poderia ser impedida com o uso de preservativos durante a relação sexual. “O início precoce da atividade sexual, e a multiplicidade de parceiros sexuais sem a devida proteção, são os principais fatores de risco para obter a doença”, explica o médico.

Além desses, há outros fatores menores, mas que também envolvem algumas mulheres de grupos de risco, como as tabagistas, além das que fazem baixa ingestão de vitaminas e o uso de contraceptivos orais. “Este último fator não parece aumentar por si só o risco de câncer, mas está associado, pois as usuárias teriam uma tendência maior de não utilizar preservativos do que as não usuárias, expondo-se assim mais frequentemente ao vírus”, explica o médico.

A vacina do HPV é uma grande aliada na prevenção da infecção pelo vírus de papiloma humano (HPV), grande causador do câncer do colo do útero. De acordo com Dr. Crippa, no Hospital Santa Cruz houve excelentes respostas ao tratamento de pacientes com concilomas, mais conhecidas como verrugas genitais através do tratamento com a vacina do HPV. “Hoje, assim como em alguns países europeus, a vacina quadrivalente além de ser utilizada como método de prevenção, é também usada para o auxílio no tratamento em casos de concilomas ou lesões precursoras do câncer de menor grau”, diz o especialista.

Outra forma de prevenção é fazer periodicamente o exame Papanicolaou. “Mulheres acima de 25 anos ou sexualmente ativas devem ir ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano para fazer o teste”, diz o oncologista. Com este exame, o tratamento das lesões precursoras do câncer do colo de útero poderá começar cedo e evitar complicações. O Papanicolaou é um exame simples que consiste na coleta de material citológico do colo do útero, ou seja, é coletada amostras de uma esfoliação leve das superfícies do útero.

Em fase pré-clínica, o câncer do colo do útero não tem sintomas e a doença pode ser detectada apenas através do exame preventivo, por isso, é tão importante fazer anualmente o Papanicolaou. Já em fase de progressão, pode ocorrer sangramento vaginal, corrimento e dor. Neste estágio, a doença pode estar fase avançada, aumentando ainda os sintomas para anemia, perda de apetite e de peso, dor no abdome e, até mesmo, a saída de urina e de fezes pela vagina. 

O tratamento varia conforme o estágio da doença, tamanho do tumor, idade e condições gerais de saúde. Normalmente são feitas cirurgias para a retirada do câncer, através da remoção de fragmentos de tecidos, e até mesmo a laser. “Dependendo ainda do tamanho deste tumor, podemos ainda optar por radioterapia e quimioterapia associadas, isoladas sem a cirurgia, ou por complementação do tratamento mediante radioterapia e quimioterapia em baixas doses após a cirurgia”, explica o médico.

A quimioterapia pode ser utilizada antes da cirurgia para diminuir o tamanho do tumor e permitir que a cirurgia seja feita com a devida segurança terapêutica ou em casos mais avançados, onde ocorrem metástases, a fase em que o câncer se espalha para outros órgãos e tecidos do corpo. O maior avanço no conhecimento das características da doença permite hoje realizar tratamentos mais conservadores, nos quais o colo uterino, os ligamentos em torno dele e os gânglios são retirados e o útero é re-implantado na vagina, permitindo assim que pacientes jovens possam preservar sua capacidade de engravidar. “No nosso serviço no Hospital Santa Cruz já realizamos este tratamento em algumas oportunidades nos últimos 3 anos, todas com muito sucesso e com muita segurança oncológica”, diz.

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Perda muscular na terceira idade: alimentação e  atividade física podem fazer muita diferença

São completamente desaconselhados o excesso de vitaminas, o emprego de hormônios masculinos e o uso de GH, nesta etapa da vida

A obesidade continua sendo o maior problema nutricional das sociedades desenvolvidas, mas, após a sexta década de vida, o peso geralmente se estabiliza e o que vemos é uma tendência inversa. “As pessoas começam a perder peso e uma estrutura vital que embeleza, sustenta e ajuda no equilíbrio do corpo humano: massa muscular. Com isso, além da perda de peso ocorre também a redução progressiva da força muscular”, afirma a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.

A massa magra é um dos componentes mais nobres do nosso corpo. É composta pelo tecido ósseo, água corporal e proteína muscular. Representa o nosso peso corporal, subtraindo-lhe a gordura. Todos esses elementos vão sendo reduzidos com o avançar da idade e sofrem uma queda percentual muito maior, quando uma pessoa acima de 60 anos perde peso. “Além da perda de peso, outros fatores favorecem a perda progressiva de massa magra, como a redução de vários estímulos hormonais e a inatividade física. Com o envelhecimento, a massa muscular passa por profundas modificações, como atrofia e perda das fibras musculares, o que resulta em redução do volume da massa muscular. Há também infiltração de gordura entre as fibras musculares, tornando os músculos mais flácidos, menos definidos e com menor força contrátil. Assim, diferente do que apregoamos para os adultos jovens, em relação aos benefícios da perda de peso, na terceira idade, devemos redobrar os cuidados com a dieta, pois o emagrecimento nem sempre é bem vindo”, reforça a endocrinologista.

A perda de massa muscular pode afetar todos os grupos musculares do corpo, reduzindo a força contrátil desempenhada por eles, o que provoca  perda da definição muscular - que dá a beleza ao músculo jovem -  maior desabilidade, insegurança ao caminhar, quedas, dificuldades para expandir a caixa torácica e  para respirar amplamente ou tossir, com uma maior propensão a infecções de vias aéreas. “Uma vez que a perda de peso e a inatividade física são fatores dos mais importantes na determinação da perda de massa magra, torna-se fundamental uma alimentação adequada, que viabilize o aporte protéico necessário e a implementação de atividades físicas regulares para  conseguirmos preservar a musculatura na terceira idade”, afirma Ellen Paiva.

Os benefícios da atividade física

A inatividade física, que ocorre progressivamente com o avançar da idade, é certamente um fator importante para a involução muscular que ocorre com o envelhecimento. “Esse efeito pode ser ainda mais intenso nas pessoas que se mantiveram sedentárias na juventude e apenas prolongaram esse comportamento ao longo da vida. Por outro lado, a prática regular de atividade física, desde jovem, lentifica a perda muscular do idoso. A prevenção é a estratégia mais importante e eficiente para evitar a perda de massa muscular na terceira idade”, alerta Ellen Paiva.

Para atingir o objetivo de preservar a massa muscular após os 60 anos, é recomendada a prática regular de atividade física, com uma freqüência mínima de 3 a 4 vezes por semana. Os melhores resultados são observados com a prática de exercícios de resistência. “Além da musculação, as modalidades mais benéficas são as caminhadas, a natação, a hidroginástica, as atividades de dança e os jogos coletivos. Todas estas atividades colaboram com uma menor perda de massa magra, um maior grau de socialização, um melhor desempenho cardiovascular e uma redução dos quadros de depressão, tão comuns na terceira idade”, observa a médica.

A dieta ideal na terceira idade

Vários estudos têm demonstrado a importância de uma boa alimentação, em todas as fases da vida. “E, por incrível que possa parecer, na terceira idade, encontramos uma maior dificuldade para implementar um plano dietético apropriado, pois os idosos apresentam vícios nutricionais importantes e, na maioria das vezes, têm muita dificuldade e resistência para mudá-los.  Quando recebem as orientações nutricionais, ‘parecem concordar com elas’, mas engana-se o profissional de Nutrição que acredita piamente que eles as seguirão. Eles apresentam uma enorme dificuldade para realizar tamanhas mudanças, numa fase tão avançada da vida”, diz Ellen Paiva, que também é médica nutróloga.

A maioria das pessoas após os 60 anos não se alimenta adequadamente. “Geralmente, nos deparamos com  idosos que comem mal, adoram guloseimas, evitam verduras e legumes e passam a beliscar mais e comer menos nas refeições básicas. Por conta própria, eles reduzem a ingestão calórica e protéica necessárias para atender às suas necessidades nutricionais. Uma das explicações para esse fato é a progressiva perda de apetite e de papilas gustativas, que faz com que muitos alimentos naturais sejam percebidos como ‘sem graça’ e ‘sem sabor’, e aqueles mais condimentados, mais salgados ou mais doces, picantes e fritos, se transformem em objeto de desejo”, diz Ellen Paiva.

Para sermos bem sucedidos na empreitada de alimentar bem o idoso, precisamos reforçar a necessidade de que eles façam as refeições básicas e evitem o  padrão alimentar beliscador. “Dessa forma, conseguimos preservar a sensação de fome, que se perde com o avançar da idade”, explica a médica.

O idoso, geralmente, tem a necessidade de um maior aporte de micronutrientes e de algumas vitaminas, como é o caso do cálcio e da vitamina D, que afetam a densidade mineral óssea e expõem o idoso ao risco de sofrer com osteoporose e fraturas. “Para muitos, é necessária uma suplementação destes micronutrientes”, diz Ellen Paiva.

Uma característica importante da alimentação das pessoas nessa faixa etária é a progressiva redução na ingestão de proteínas, principalmente carnes. “Nesse contexto, nossa estratégia é voltada à adequação desse nutriente nas dietas, pois ele é fundamental à síntese da proteína muscular. Orientamos a utilização de preparações protéicas palatáveis e de fácil mastigação, como suflês e gratinados, que utilizam molhos à base de leite e queijos; carnes moídas ou desfiadas, como almôndegas cozidas e panquecas recheadas com tais preparações”, ensina a nutróloga.

“Aparentemente, não há benefícios em aumentar a ingestão de proteínas através de suplementos protéicos. Além de ineficazes, os suplementos protéicos podem levar à formação de cálculos renais. Na verdade, a melhor estratégia é adequar a alimentação do idoso às recomendações nutricionais adequadas à sua idade e, ao mesmo tempo, estimular a prática de uma atividade física”, diz Ellen Paiva.

Os aparentes benefícios dos suplementos e hormônios

A melhor fonte de vitaminas e sais minerais continua sendo o alimento. “Os suplementos vitamínicos em cápsulas, principalmente em altas doses, mostraram-se totalmente ineficientes em relação à prevenção de doenças crônicas, câncer e envelhecimento. Hoje, sabemos que essa prática, além de não ajudar as pessoas, pode trazer conseqüências deletérias à saúde”, diz a diretora do Citen.

O Conselho Federal de Medicina reiterou, recentemente, por meio da Resolução CFM Nº 1.938/2010, a proibição a vários procedimentos da prática ortomolecular. Dentre as práticas condenadas pelo órgão fiscalizador está a correção de possíveis desequilíbrios nutricionais por meio do uso de suplementos de vitaminas, minerais, aminoácidos e ácidos graxos. Segundo a norma, hoje, já existem evidências científicas suficientes que revelam que a suplementação vitamínica sem necessidade pode aumentar os riscos de morte.

Os efeitos dos hormônios masculinos para aumentar a massa muscular sempre nos seduziram e nos encheram de esperanças quanto à possibilidade deles serem usados na terceira idade. “Mas, sempre que essa possibilidade é lembrada, ela se refere apenas à reposição dos hormônios masculinos em homens com deficiência de produção desses hormônios. Mesmo nesses casos, há ainda muitas dúvidas e opiniões contraditórias”, alerta Ellen Paiva. As reações adversas mais comuns devido ao uso dos hormônios masculinos são a retenção de água, o aparecimento de mamas no homem, o aumento do PSA (antígeno prostático específico) - um marcador de câncer de próstata - o aumento do volume prostático, alterações no fígado e uma elevação das taxas de colesterol e triglicérides. 

A possibilidade da utilização destes hormônios, indiscriminadamente, em homens e mulheres normais na terceira idade, com o objetivo de preservar ou até ganhar massa muscular é ainda mais polêmica. “As evidências científicas não sustentam essa prática devido aos vários efeitos colaterais. Na mulher, há ainda a possibilidade de virilização, com atrofia mamária, aumento dos pelos e surgimento de acne”, alerta a endocrinologista Ellen Paiva.

Outra medicação ‘potencialmente benéfica para a terceira idade’,  o  GH ou hormônio de crescimento, também deve ter sua utilização direcionada apenas para as pessoas com deficiência deste hormônio. Muito usado nas academias de ginásticas, apesar dos alertas freqüentes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, esse hormônio era tido como um ‘verdadeiro milagre para emagrecer e rejuvenescer’, com capacidade de reduzir a massa gorda, aumentar a massa muscular e melhorar a disposição.

“Uma recente edição de uma das maiores revistas de Clinica Médica do mundo, a Annals of Internal Medicine, traz um estudo que reuniu 31 dos maiores trabalhos científicos sobre GH. Os autores concluem que o hormônio não influencia no processo de envelhecimento, portanto, o seu uso com este fim não tem base científica alguma. O seu uso por pessoas sadias pode provocar efeitos colaterais muito desagradáveis, tais como dores articulares e inchaços, além de propiciar o desenvolvimento de doenças como diabetes, lesões cardíacas e câncer de próstata. A melhora da composição corporal atribuída ao GH - que seria o aumento da massa muscular - demonstrou-se muito pequena, não justificando os riscos do seu uso na terceira idade”, alerta a endocrinologista Ellen Simone Paiva.

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Automassagem

O corpo fala e nos avisa se há algo errado com o nosso organismo ou se estamos passando por algum problema corriqueiro.

Como complemento das massagens, a terapeuta Dulce Campos dá algumas dicas para espantar o estresse do dia-a-dia com técnicas que as pessoas podem fazer em casa e em qualquer horário.

“Temos que nos observar sempre. Se sentimentos alguma dor, instintivamente, passamos a mão no ponto dolorido. Por isso, qualquer um pode fazer automassagem, de 5 a 20 minutos, duas por semana, e sentir bem-estar imediato!”, explica Dulce.

Segundo a profissional, os pés têm muitos pontos importantes, de alivio e de relaxamento, e com o auxilio de uma bola de tênis o procedimento fica ainda mais fácil.


“Apóie o pé na bola de tênis e faça movimentos para frente e para trás, do calcanhar às pontas dos dedos, com o peso do próprio corpo.Bom relaxamento"!

Maior órgão do corpo humano exige atenção especial

Cuidados básicos com a pele, um dos principais órgãos do organismo humano,

podem garantir uma vida mais saudável e tranquila

CURITIBA, 13/01/2010 – Correspondendo a, pelo menos, 16% do nosso peso, a pele é o órgão responsável pela manutenção da temperatura do corpo humano e pela eliminação de toxinas* por meio da transpiração, atuando como se fosse um verdadeiro filtro das impurezas do nosso organismo. Para mantê-la sempre saudável, garantindo, por exemplo, que o corpo tenha todo o combustível necessário para funcionar com total capacidade e promover a renovação celular, especialistas aconselham a adoção de hábitos diários que contribuem diretamente para a conservação de todas as suas funcionalidades. 

De acordo com Luciane Saruhashi, dermatologista da Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais, os cuidados com a saúde da pele passam, principalmente, pela proteção contra agressões externas, como a radiação solar, e pela adoção de hábitos saudáveis, como não fumar, ingerir bastante água, praticar exercícios físicos e ter uma alimentação balanceada, rica em vitaminas, minerais e fibras. “Se você quer ter uma pele saudável é importante que sua dieta contenha uma quantidade adequada de vitaminas, minerais e proteínas. Água em abundância, vegetais, frutas, peixe e carnes magras são essenciais e devem ser ingeridos para repor perdas ou para suprir necessidades, quando o organismo não produz a quantidade diária suficiente”, detalha a especialista.

 Aumento da temperatura, cuidados redobrados

Durante as estações mais quentes do ano devemos aumentar, ainda mais, a preocupação com os raios solares, radiação que, em excesso, pode causar a destruição das camadas da pele, originando os casos de envelhecimento precoce, queimaduras e, em estados mais avançados, os temidos cânceres de pele. “Abusar do sol pode trazer problemas graves, como rugas, manchas, espessamento e ressecamento progressivo com perda de elasticidade da pele, o chamado fotoenvelhecimento. Também desencadeiam os radicais livres, que são moléculas produzidas e neutralizadas naturalmente pelo corpo, mas que, descontroladas pelo excesso de sol, provocam danos às células”, explica a Dra. Luciane.

Segundo a especialista, algumas medidas simples ajudam a prevenir os problemas gerados pelos raios solares, ainda mais quando se trata de pessoas com a pele mais clara. “Devemos evitar a exposição direta ao sol das 10h às 16h e usar filtro solar com fator de proteção igual ou superior ao 15. Mesmo que o sol não esteja aparente, os raios continuam incidindo. Portanto, a proteção diária da pele deve ser um hábito a se adotar”.

Além disso, ela explica que, juntamente com o aumento das temperaturas, o uso de cremes e pomadas sem a recomendação médica e, também, as alergias podem acarretar em sérios danos para a saúde do maior órgão do corpo humano. “Os corticóides, substâncias encontradas em cremes e pomadas, podem gerar alguns efeitos colaterais, entre eles o agravamento de infecções, a atrofia da pele (estrias), o surgimento de acnes e o aumento da quantidade de pêlos. Por estes motivos os medicamentos devem ser utilizados somente com prescrição médica”. Já nos casos de alergias, é fundamental que as pessoas busquem o auxílio profissional para a investigação das causas e para a adoção de medidas que irão garantir o bem estar. “Alergias consistem em uma resposta exagerada do sistema imunológico a alguma alteração do ambiente, como clima, presença de poeira ou fumaça, medicamentos, cheiros fortes, picadas de insetos, estresse e ingestão de determinados alimentos. Como envolve diversos aspectos, este problema deve ser tratado caso a caso e seguindo as suas especificidades”, completa a dermatologista da Paraná Clínicas.

*As toxinas eliminadas pela pele são substâncias que não deveriam estar presentes em nosso corpo, mas que penetram em nosso organismo, principalmente, pela respiração e pela alimentação.

ATENDIMENTO À IMPRENSA – PARANÁ CLÍNICAS PLANOS DE SAÚDE EMPRESARIAIS

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