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SAÚDE - LAZER

 

Cura pela natureza - Limpeza do fígado e vesícula

Este método foi retirado do livro "A cura para todas as enfermidades", da Dra. Hulda Clark.

Esta limpeza é séria, funciona e deve ser seguida à risca para que o resultado seja alcançado com sucesso. Ela limpa o fígado e a vesícula e pode evitar a retirada cirúrgica da vesícula biliar.
Eis alguns sintomas de quem tem problemas na vesícula ou no fígado:
Dificuldade para digerir comidas oleosas.
Sono e/ou peso após as refeições com comidas que contêm gordura (carne, pequi, fritura, cozidos com óleo, abacate, etc.).
Mau humor e irritabilidade freqüentes.
Manutenção de uma alta taxa de glóbulos brancos (os leucócitos, entre eles os eritrócitos, linfócitos e neutrófilos).
Febre interna freqüente.
Sistema imunológico deficiente contra infecções.
Baixa capacidade de proteção do corpo.
Retorno de sintomas de doenças.
A limpeza é recomendada para casos clínicos hepáticos envolvendo o fígado ou a vesícula, fígado "gordo", síndrome do intestino irritado, inflamação dos intestinos, colite, intolerância a alimentos, dificuldades digestivas e outros relacionados ao sistema digestivo inferior.
É comum muitas pessoas, incluindo crianças, terem pequenas pedras nos finos dutos do fígado e também armazenadas na vesícula. Algumas desenvolvem alergias ou reações na pele e outras não apresentam quaisquer sintomas. Quando a vesícula é examinada com Raio-X ou outros aparelhos nada é visto, pois na maioria das vezes essas pedras não estão na vesícula e também porque os equipamentos não conseguem detectar corpos muito pequenos ou que não sejam compostos de cálcio.
Existem mais de meia dúzia de variedades de pedras biliares, e a maioria tem cristais de colesterol como núcleo. No núcleo de cada pedra há um aglomerado de bactérias, de acordo com cientistas.
Com as pedras se acumulando nos dutos, a pressão anterior no fígado se eleva e faz com que ele entregue menos bile e com que possa haver vazamento de bilirrubina para a corrente sanguínea. Com menos bile sendo entregue aos intestinos, menos colesterol deixa o corpo e os níveis de colesterol passam a se elevar bastante.
Além disso, essas pedras são porosas e as bactérias, vírus e parasitas que passam normalmente pelo fígado podem se aderir às paredes das pedras, formando focos de infecção interna que fornecem ininterruptamente microorganismos nocivos ao corpo.
Nenhuma infecção estomacal como úlceras ou inchaço intestinal pode ser totalmente curada sem remover essas pedras do fígado.
Para melhores resultados e para evitar um mal-estar após o processo, recomenda-se fazer antes a limpeza de parasitas seguida da limpeza dos rins e tratamento de cáries.
Independentemente da limpeza dos rins é importante beber bastante água e suco para que todas as toxinas possam ser expelidas (Dra. Clark recomenda as demais limpezas para um processo integral, mas elas não são pré-requisitos desta).
SEGURANÇA DA LIMPEZA
Esta limpeza é muito segura. A Dra. Hulda Clark se baseou em mais de 500 casos, incluindo pessoas de mais de 70, 80 anos. Nenhuma teve que ir ao hospital ou relatou dores. Mas pode-se sentir um mal-estar por um ou dois dias após a limpeza, embora em cada um destes casos a limpeza de parasitas foi negligenciada. Após a limpeza de pedras da vesícula e do fígado são esperados os seguintes resultados:
Desaparecimento de crises hepáticas.
Desaparecimento de alergias, dores nos ombros, nas partes superiores dos braços e nas costas, a cada limpeza.
Aumento da energia para o dia-a-dia.
Melhora da digestão.
Melhora da saúde como um todo, já que a boa digestão é a base da boa saúde.
PREPARAÇÃO PARA A LIMPEZA
Sal-amargo (ou sulfato de magnésio, sal de epsom ou MgSO4 + 7H2O) - 4 colheres de sopa (60 g)
Água mineral (ou água pura) - 3 copos (750 ml)
Azeite de oliva (extravirgem, primeira pressão a frio) - ½ copo (125 ml)
Limão fresco (qualquer tipo de limão, de preferência orgânico, ou grapefruit) - de 2 a 4 grandes (o suficiente para encher 2/3 de copo com suco, uns 180 ml)
Canudo para ajudar a tomar o óleo.
Observação: É melhor lavar os limões antes duas vezes com água quente e secá-los a cada vez.
Escolha um dia como sábado para a limpeza para descansar no dia seguinte. Não tome qualquer remédio, vitaminas ou pílulas sem os quais você possa ficar, pois eles podem atrapalhar o processo de limpeza. Se estiver fazendo a limpeza de parasitas, pare 1 dia antes. É importante salientar que não se aconselha fazer a limpeza enquanto o estado de enfermidade estiver muito agudo.
PARTE 1 – CAFÉ DA MANHÃ
Sugestões: chás (menos de mate, preto, chocolate e café), evite ingerir pães (nem bolo nem biscoito, porque contêm óleo), sucos de vegetais, de verduras ou legumes e mel. Isso fará com que a bile se acumule e aumente a pressão anterior (atrás), o que favorece a limpeza porque mais pressão significa empurrar mais pedras para fora. Também mais bile descerá à vesícula e nela se acumulará.
PARTE 2 – ALMOÇO
Faça uma comida leve, livre de qualquer gordura – não coma leite, coalhada, ovos, carnes (por causa do colesterol), azeite, manteiga, queijos, margarinas, abacate, patês, requeijão, castanhas, nozes, amêndoas, etc. – e evite proteínas e produtos que contenham cafeína (café, chá, etc.). Sugestão: a mesma acima.
PARTE 3 – PAUSA DE INGESTÃO
Às 14 horas pare de comer ou beber. Se você quebrar esta regra poderá se sentir muito mal mais tarde. Prepare nessa hora o sal-amargo:
Misture bem quatro colheres de sopa de sal-amargo (todo o recomendado) e os três copos de água (750 ml) em uma jarra. Distribua todo o conteúdo em 4 copos e coloque na geladeira.
Nota: Você pode acrescentar vitamina C em pó à água ou substituir a água por suco puro de limão, de maçã ou de grapefruit para melhorar o gosto.
PARTE 4 – PRIMEIRO COPO
Às 18 horas, beba o copo 1 da mistura de sal-amargo que está na geladeira. Você pode bochechar com alguns goles de água após beber o sal-amargo para lavar a boca. Se já não estiverem, deixe os limões (ou grapefruit) e o azeite fora da geladeira para ficarem à temperatura ambiente.
IMPORTANTE: Você pode ir ao banheiro a qualquer hora que tiver vontade, menos durante o repouso (após beber o óleo com limão).
PARTE 5 – SEGUNDO COPO
Às 20 horas, beba o copo 2 da mistura de sal-amargo que está na geladeira. Você pode bochechar com alguns goles de água após beber o sal-amargo para lavar a boca. Mesmo não tendo comido desde as 14 horas, você não sentirá fome. Já é hora de se preparar para dormir. Coloque tudo o que você precisa por perto porque o tempo com que os próximos passos são executados é fundamental para o sucesso da limpeza.
PARTE 6 – PREPARANDO O COPO DE ÓLEO E LIMÃO
Às 21h45 ou um pouco antes, separe meio copo de azeite de oliva (125 ml) e esprema os limões (ou grapefruit) até encher ¾ de outro copo, removendo a polpa com um garfo ou passando por uma peneira ou coador. Deve restar pelo menos ½ copo. Misture o suco espremido com o azeite. Coloque em uma jarra ou recipiente fechado (ou no liquidificador ou mixer de mão), tampe e chacoalhe bastante para misturar bem. Note que só o suco de grapefruit permite que a mistura fique homogênea. Portanto, talvez seja preciso mexer bem antes de beber a mistura. Agora vá ao banheiro uma ou mais vezes, mesmo que atrase a hora de tomar o óleo (às 22h), mas não passe mais de quinze minutos das 22 horas.
PARTE 7 – BEBENDO O ÓLEO
Às 22 horas, tome toda a mistura de óleo e limão.
ATENÇÃO: Você deve beber o óleo estando em pé, não deitado.
Dicas para beber o óleo

Se tiver dificuldade para beber o azeite com limão (e terá que beber até a última gota), use alguns artifícios: bata no liquidificador ou mixer de mão para misturar bem; use um canudo para evitar que o líquido passe pelas papilas gustativas; tome mais devagar (não passe de 5 minutos para tomar tudo; pessoas mais idosas ou doentes podem estender até 15 minutos); alterne alguns goles com um pouco de mel.
IMPORTANTE: Não vá ao banheiro durante o repouso (até 1 hora e meia após beber o óleo com limão).
Deite-se imediatamente após beber o óleo. O quanto antes você deitar mais pedras sairão. Ao terminar de beber, dirija-se para a cama e deite na posição de costas e com a cabeça alta no travesseiro. Se não fizer isso poderá não expelir as pedras. Portanto, esqueça a cozinha e atenha-se ao dormir. Tente pensar sobre o que está acontecendo no fígado. Você poderá sentir as pedras caminhando pelos dutos biliares, mas sem dor porque as válvulas da vesícula e dos dutos biliares estarão abertas, graças ao sal-amargo.
Tente ficar completamente parado na mesma posição (de costas) pelo menos por 1 hora (melhor se forem 2 horas imóvel). Esvaziar a mente e dormir é o melhor a fazer agora.
PARTE 8 – O DIA SEGUINTE E O TERCEIRO COPO
Ao despertar, tome o copo 3 de sal-amargo, mas não antes das 6 horas da manhã. Se você tiver alguma indigestão ou náusea ao acordar, aguarde até que passe, antes de beber. Depois de beber, pode voltar para a cama.
PARTE 9 – QUARTO E ÚLTIMO COPO
Duas horas depois de tomar o terceiro, beba o copo 4 do sal-amargo. Se quiser, volte para a cama.
PARTE 10 – COMER
Duas horas depois da última dose de sal-amargo, pode comer novamente. Comece com suco de frutas ou um copo de clorofila. Depois de 2 horas, pode comer comida normal, mas prefira alimentos leves, de fácil digestão e com pouco ou nenhum tempero (principalmente condimentos). Você deverá se sentir restabelecido ao fim da tarde.
Nota: Alimentos bem leves são aconselháveis durante este dia. Afinal, quase todo o percurso dos intestinos (uns 5 a 7 metros) terá se esvaziado durante a limpeza.
COMO SABER SE A LIMPEZA DEU RESULTADO?
Espere por uma leve diarréia logo pela manha (talvez não imediatamente após acordar). Ela é necessária para que as pedras que desceram da vesícula possam ser expelidas para fora do corpo.
Pode-se usar uma lanterna para ver as pedras no vaso. Procure pela esverdeada, pois ela é prova de pedra biliar genuína - e não resíduos de comida. Só a bile do fígado é verde como uma ervilha. O verde pode estar bem claro ou mais escuro (pedras formadas há mais tempo).
Se quiser ver melhor as pedras, coloque algum tipo de peneira de furos maiores (grossa) no vaso (acima da água). A diarréia fará com que as fezes passem diluídas pelos furos e as pedras ficarão na peneira.
MAS É IMPORTANTE NÃO HAVER CONTATO COM AS FEZES PARA NÃO OCORRER NENHUMA CONTAMINAÇÃO! USE A PENEIRA SOMENTE SE TIVER CURIOSIDADE.
O melhor é visualizar e descartar o quanto antes, pois as pedras geralmente estão contaminadas por bactérias, microorganismos nocivos e até vermes. Não adianta usar luvas ou "proteção" porque alguns são menores que os poros da luva e entram novamente no organismo pela pele.
Geralmente, para que a pessoa se livre completamente de alergias, bursite e dores na parte superior das costas, cerca de 2 mil pedras terão que ser expelidas. Mas esse número de pedras é o resultado da soma de algumas limpezas seguidas. A primeira limpeza talvez livre a pessoa de alguns sintomas por poucos dias, mas assim que as pedras da parte anterior do fígado começarem a descer para frente os sintomas retornam.
Pode-se repetir a limpeza com intervalos de 2 semanas, pelo menos (sugerimos 20 dias a 1 mês). Nunca faça a limpeza quando estiver doente.
São esperadas de 50 a 200 pedras ou cristais por evacuação.
Este procedimento contradiz vários pontos de vista médico. Acredita-se que as pedras biliares são formadas na vesícula biliar, não no fígado. Pensa-se que são algumas e não milhares. Os médicos não as ligam às dores além daquelas que atingem a vesícula. E é fácil compreender isso: quando a dor aguda aparece, várias pedras já estão na vesícula e são grandes e suficientemente calcificadas para serem vistas nos raios-X e, claro, já causaram inflamações lá. Quando a vesícula é retirada, as dores se vão, mas outros sintomas, como bursite e outras dores e problemas digestivos, continuam.


Vitaminas e sais minerais: mitos e verdades

“As vitaminas são nutrientes importantes e com atuação geralmente sistêmica, de maneira que a deficiência de apenas uma delas causa manifestações em todo o organismo”, alerta a endocrinologista Ellen Paiva, diretora do Citen.

Da vitamina A ao zinco, nacionais e importados, suplementos com vitaminas e minerais fazem parte do cotidiano de milhões de pessoas em todo o planeta. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos um terço da população global toma esses complexos diariamente. Só nos Estados Unidos existem 29 mil marcas à venda. Lá, como no Brasil, porém, pouco se sabe sobre o funcionamento ou a necessidade desses micronutrientes. É preciso ter muito cuidado com as vitaminas. As lipossolúveis – solúveis em gordura: A, D, E, K – se depositam no organismo, ao contrário das solúveis em água –  como as do complexo B e C –  que são eliminadas na urina. Doses altas dos dois tipos são capazes de intoxicar o organismo e os sintomas são muito parecidos com os da deficiência desses micronutrientes. “A melhor medida é procurar orientação antes de tomar qualquer vitamina, elas só devem ser incorporadas à dieta, a partir de uma indicação médica e em quantidades adequadas. Doses exageradas podem causar danos sérios, como sangramentos e distúrbios neurológicos”, alerta a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.

A seguir, a médica esclarece os mitos mais comuns em relação ao uso das vitaminas:

·        Quem realmente precisa de suplementação vitamínica?

“A suplementação vitamínica em condições fisiológicas é recomendada em condições muito especiais, nas quais a alimentação não pode suprir tais necessidades. Entre elas, podemos citar a suplementação de vitamina D para crianças com consumo restrito de leite materno; a suplementação com ácido fólico para mulheres, antes e durante a gestação; a suplementação de cálcio e vitamina D, na menopausa e após os 60 anos”, informa Ellen Paiva. Além dessas condições fisiológicas, temos as suplementações em decorrência de doenças carenciais: como é o caso do ferro, nas anemias por carência desse mineral; nos pós-operatórios de doenças que impedem a alimentação adequada; e atualmente, nos pacientes submetidos à cirurgia da obesidade, que apresentam extrema necessidade de múltiplas suplementações, uma vez que passam a não absorver vários tipos de vitaminas e minerais. O cansaço e o estresse da vida moderna não são indicações para suplementação vitamínica, pois não há benefício algum nessa conduta.

·        A vitamina só tem efeito se ingerida na sua forma natural.

Não. Apesar dos efeitos das vitaminas in natura serem favorecidos pela atuação conjunta de outros fitoquímicos, presentes nos alimentos ricos em vitaminas, elas também são ativas quando consumidas em suplementos. “Essa atividade é inquestionável no que se refere à correção da hipovitaminose ou das doenças carenciais com a suplementação vitamínica. O que se questiona são os efeitos antioxidantes das vitaminas suplementadas, principalmente aqueles referentes à proteção cardiovascular e ao câncer, questionamento esse facilmente compreendido devido ao aumento na taxa de mortalidade nos grupos de pacientes submetidos à suplementação, quando comparados com grupos não suplementados, não havendo nenhum efeito positivo para a longevidade”, afirma a endocrinologista Ellen Paiva.

·        Vitamina C combate e cura a gripe.

A maioria dos trabalhos científicos não consegue demonstrar qualquer poder preventivo ou curativo da vitamina C em relação à gripe. Recentemente, um grande estudo envolvendo mais de 11 mil pessoas avaliou o efeito de doses de vitamina C de no mínimo 200mg como forma profilática ou após o aparecimento dos sintomas gripais. “Resultado: as mega doses de vitamina C não reduziram a incidência da gripe, nem a gravidade ou a duração dos episódios gripais”, diz a médica.

·        Vitaminas e sais minerais podem prevenir o câncer.

A maioria dos trabalhos científicos de maior credibilidade atesta que o consumo de uma dieta rica em frutas e vegetais está associado à proteção contra várias formas de câncer. Esse efeito é referido como proveniente das vitaminas antioxidantes presentes nesses alimentos, principalmente as vitaminas E, C e betacaroteno. Apesar das evidências vindas de estudos populacionais epidemiológicos sobre a prevenção do câncer através das dietas, a suplementação através das cápsulas vitamínicas, incluindo as mega doses de vitaminas não parecem ajudar na prevenção do câncer. “Muito pelo contrário. O beta caroteno (precursor da vitamina A), muito utilizado em fórmulas vitamínicas milagrosas, já demonstrava seu poder deletério ao aumentar a incidência de câncer de pulmão, de acordo com os dados do estudo ATBC – The Alpha-Tocopherol, Beta Carotene Cancer Prevention Study Group, publicado no New England Journal of Medicine. A pesquisa chegou a ser interrompida muito antes da data programada devido ao aumento da incidência de câncer de pulmão e da taxa de mortalidade dos pacientes que tomaram o suplemento”, informa Ellen Paiva. Os autores chegaram a conclusão que esse carotenóide não deveria ser utilizado em cápsulas vitamínicas. Uma publicação mais recente da revista da American Medical Association resume o resultado de nada menos do que 385 trabalhos científicos com 232.600 pacientes, avaliando o efeito antioxidante dos suplementos vitamínicos sobre a taxa de mortalidade por doenças em geral. O resultado só vem confirmar os estudos anteriores: “o tratamento com beta caroteno, vitamina A e vitamina E pode aumentar a taxa de mortalidade... Não há evidência de que a vitamina C possa aumentar a longevidade..”, informa o artigo.

·        O tabagismo e o álcool destroem as vitaminas.

A ingestão freqüente de álcool pode comprometer a nutrição de uma maneira geral, na dependência da intensidade da ingestão alcoólica. “No caso das vitaminas, o álcool pode comprometer desde a ingestão de vitaminas - uma vez que essas pessoas comem menos e comem mal - como pode interferir também na absorção, na ativação e no armazenamento das vitaminas”, diz a endocrinologista Ellen Paiva. As deficiências vitamínicas mais importantes relacionadas ao abuso de álcool ocorrem com as vitaminas do complexo B, com exceção da B12 e da vitamina C. “Já o fumo não diminui os níveis de absorção das vitaminas. Essa crença provavelmente veio da indicação equivocada do uso de altas doses de vitamina C para a prevenção do câncer de pulmão em tabagistas. A dose diária recomendada de vitamina C é de 60mg para indivíduos saudáveis. Propaga-se que fumantes possam necessitar de no mínimo 140mg de vitamina C por dia, mas essa recomendação adicional tem opiniões muito divergentes entre os estudiosos do assunto”, alerta a diretora do Citen.

·        Polpas congeladas não têm valor nutritivo.

“Polpas congeladas geralmente tendem a ser nutricionalmente viáveis. Um exemplo dessa característica é a polpa da acerola que mantém quase intactos os seus níveis de betacaroteno e vitamina C, após o processo de congelamento. Seu teor de vitaminas cai, entretanto, com o passar do tempo de congelamento”, informa a médica.

·        Refeições muito aquecidas perdem os nutrientes.

O processamento térmico dos alimentos é necessário para impedir a proliferação de microorganismos patogênicos, além de melhorar as condições de palatabilidade e digestibilidade dos mesmos. Assim, cozinhar os alimentos é indispensável para muitos deles, principalmente as carnes. “A perda de nutrientes durante processos de cocção ocorre de maneira proporcional ao tempo de exposição ao calor. Ou seja, os processos que usam altas temperaturas, por menos tempo, provocam uma perda menor de nutrientes do que aqueles que usam baixas temperaturas por tempos prolongados. Algumas vitaminas por serem solúveis em água e pouco resistentes ao calor são perdidas durante o cozimento. Entre elas destacam-se a vitamina C e a maioria das vitaminas do Complexo B”, informa Ellen Paiva, que também é médica nutróloga.

·        Vegetarianos precisam consumir um maior número de vitaminas.

“Não, eles precisam apenas consumir as quantidades vitamínicas recomendadas para as pessoas de um modo geral. Quanto mais rigorosa for a dieta vegetariana, chegando à exclusão de leite, ovos e carnes, menor  será a ingestão de vitaminas, principalmente B12, cálcio, zinco e ferro nas suas formas mais facilmente absorvíveis pelo organismo”, alerta a médica. Logo, as dietas vegetarianas podem ser saudáveis e compatíveis com a boa nutrição, para adultos e crianças, mas para isso deve haver rigor na formulação dessas dietas, devendo ser acompanhadas por médico nutrólogo ou nutricionista.

·        A carne de soja é tão rica em ferro quanto a de origem animal.

A proteína texturizada de soja pode conter até três vezes mais ferro do que a carne vermelha.  “Entretanto, o ferro presente na carne de soja, assim como aquele presente no feijão tem uma absorção muito menor do que o ferro da carne vermelha. Para ser melhor absorvido, esse tipo de ferro dos vegetais precisa ser consumido com a presença de vitamina C nas refeições, o que pode ser alcançado com molhos a base de limão ou sucos de frutas cítricas. Ainda assim, boa parte do ferro presente nesses alimentos vegetais não será absorvida pelo organismo”, informa a nutróloga.

SERVIÇO:

CITEN - Centro Integrado de Terapia Nutricional

Endereço: Rua Vergueiro, 2564.

Conjuntos 63 e 64

Vila Mariana

São Paulo-SP

CEP: 04102-000

Atendimento: De segunda a sexta.

Horário: 08h30min às 18h30min horas.

Site: www.citen.com.br

E-mail: faleconosco@citen.com.br

INFORMAÇÕES E ENTREVISTAS:

Excelência em Comunicação na Saúde
Márcia Wirth
Tel: (11) 3791 3597/9394 3597
E-mail: wirthmarcia@uol.com.br


LASER REDUZ PRESBIOPIA

Estudo mostra que a cirurgia refrativa feita depois dos 40 anos também libera dos óculos de leitura 6 em cada 10 hipermétropes e 90% dos portadores de miopia e astigmatismo. O Brasil tem uma população de 45 milhões de pessoas que não enxergam bem. Para piorar a população está envelhecendo e depois dos 40 anos 90% das pessoas têm presbiopia - dificuldade de enxergar de perto decorrente da perda de flexibilidade do cristalino (lente dos olhos responsável pelo foco das imagens em diferentes distâncias chamada de acomodação pela Oftalmologia). Resultado – Ler, operar computadores e realizar tarefas que exigem visão de perto se transformam em um verdadeiro tormento.

A boa nova é que a cirurgia refrativa, utilizada na correção de miopia (dificuldade de enxergar de longe), astigmatismo (falta de foco para longe e para perto), hipermetropia (dificuldade de enxergar de perto) também pode eliminar a presbiopia. Entre portadores de hipermetropia associada ou não ao astigmatismo 6 em cada 10 pacientes se livram dos óculos de leitura. Já para quem tem astigmatismo ou miopia este índice atinge 90% dos pacientes e o nível de satisfação após a cirurgia é de 95%. Este é o resultado de um estudo inédito que acaba de ser finalizado pelo oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto. Durante os últimos 10 meses o especialista acompanhou 512 pacientes com idade entre 40 e 55 anos que passaram por cirurgia refrativa, sendo 262 mulheres e 250 homens. Queiroz Neto esclarece que o laser elimina a hipermetropia mantendo a necessidade de óculos de leitura em 40% dos pacientes. Quem tem astigmatismo pode se livrar do vício de refração e da presbiopia simultaneamente.

Já os míopes podem ficar com um grau residual de 0,5 a 0,75 na visão de longe que permite dirigir sem óculos e ao mesmo tempo eliminar a presbiopia. O bom planejamento cirúrgico, comenta, visa dar mais autonomia no dia-a-dia, dispensando o uso de óculos em 75% das atividades. É feito com base na função visual, não na quantidade de visão o que explica o alto nível de satisfação mesmo entre pacientes com grau residual. A cirurgia refrativa, ressalta, não elimina a causa da presbiopia que é o enrijecimento do cristalino. Retarda a necessidade de óculos de leitura por uma década ou mais, dependendo da idade e acomodação visual de cada paciente. Mas ainda assim, o procedimento que sai por 3 mil reais custa bem menos que a constante troca de óculos que muitas vezes têm um valor alto por serem multifocais. CORREÇÃO VISUAL ABRE PORTAS NO MERCADO DE TRABALHO A imagem do homem super-herói que não pode se cuidar já é fantasia das histórias em quadrinhos para muitos. Segundo Queiroz Neto, hoje 49% das cirurgias refrativas são feitas por homens, índice 10% maior que há dois anos atrás.

Na opinião do médico esta mudança de comportamento está relacionada não só à vaidade assumida no mundo masculino, como também ao mercado de trabalho. Isso porque, muitas atividades desqualificam profissionais que dependem de óculos ou lentes de contato para enxergar. A maior prova disso, ressalta, foi dada recentemente pela NASA quando anunciou que passa a considerar candidatos à astronauta que tenham passado por refrativa. Além disso, afirma, as atividades que exigem o uso óculos ou máscaras de proteção são predominantemente realizadas por homens e a correção cirúrgica de erros de refração melhora muito a visão periférica e a performance no trabalho. VISÃO SOB MEDIDA Queiroz Neto afirma que a avaliação pré-cirúrgica é fundamental para garantir a segurança da operação que exige uma espessura mínima de córnea para ser realizada, ausência de olho seco e doenças que comprometem a cicatrização como diabetes, lupos, AIDS e plaquetopenia.

Por isso, o pré-operatório, além do exame de sangue inclui: · Paquimetria que mede a espessura da córnea. · Topografia corneana que mapeia a superfície da córnea · Microscopia com contagem de células endoteliais · Mapeamento da retina · Perimetria computadorizada em casos de suspeita de glaucoma · Análise de frente de onda para detecta imperfeições na superfície corneana que não são corrigidas por óculos ou lentes de contato e podem comprometer a visão noturna e de contraste. O especialista diz que a técnica indicada depende do grau a ser corrigido, da espessura da córnea e das atividades. Para quem tem hipermetropia ou astigmatismo até 2 graus e miopia até 4 graus a técnica mais indicada é o PRK (Photo Refractive Keratectomy) em que o laser altera a curvatura da córnea através do polimento de pontos que comprometem a visão.

Como a recuperação é lenta, para quem precisa retomar as atividades de um dia para outro a melhor opção é o Lasik que corrige até 12 graus de miopia e 6 graus de hipermetropia ou astigmatismo. O especialista explica que no Lasik é deslocado um pequeno flap da porção anterior da córnea para aplicar o laser no estroma (camada posterior). Já a cirurgia personalizada permite economizar até 30% da córnea, é indicada para quem dirige muito à noite e na recuperação a qualidade visual de quem passou por traumas ou transplante de córnea. Como toda cirurgia que não exige anestesia geral, comenta, o maior risco da refrativa é a contaminação, mas por ser um procedimento rápido e o laser ter um fator esterilizante a incidência é bastante rara. Informações à Imprensa: Eutrópia turazzi – LDC Comunicação eutropia@uol.com.br F: (19) 3272-8784 Celular (19) 9172-4437 Câncer de próstata aparece sem dar sinais e exige atenção  

Créditos a Eutrópia Turazzi
email: eutropia@uol.com.br
Campinas


A fim de conscientizar os homens que beiram os 50 anos a fazerem exames para descobrir possíveis anormalidades na próstata (glândula localizada perto da bexiga e que envolve a uretra), a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) promove a 3ª Campanha Nacional de Combate ao Câncer de Próstata, a partir do dia 11 de novembro. Ocupando a terceira posição entre os tipos de câncer que mais matam a população masculina, o câncer de próstata aparece sem dar sinais. "Por ser uma doença que não apresenta sintomas, a recomendação é que homens com mais de 45 anos façam os exames de rotina anualmente", alerta o urologista e diretor da SBU, André Cavalcanti.
Mas o especialista faz uma ressalva para homens que já tenham esse tipo de doença no histórico familiar e também para os negros. "Por causa do fator genético, os negros têm chances de desenvolver a doença em um grau mais avançado", explica. Para os que se encaixam nestes dois últimos perfis, os exames anuais devem ser feitos a partir dos 40 anos.
Apesar de não existirem métodos preventivos, quanto antes o diagnóstico for feito mais chance de cura tem o paciente e menos agressivos são os tratamentos. Os exames de rotina são o exame digital da próstata (mais conhecido como toque retal) associado à dosagem de uma proteína chamada PSA. No primeiro, o médico consegue apalpar a próstata através do reto e verificar eventuais alterações no tamanho e consistência da glândula. Já a dosagem é feita a partir de um exame de sangue: se a taxa da proteína estiver elevada, é mais um indício da presença do tumor.
Porém, a elevação da quantidade de PSA pode ter causa benigna. Sendo assim, a constatação do câncer não pode ser feita apenas com o exame de sangue. "Caso sejam notadas quaisquer alterações nestas duas análises, o paciente deve se submeter à biópsia de próstata", afirma o urologista.
COMO TRATAR?

Os tipos de tratamento variam de acordo com o grau do câncer e com a idade do paciente. Segundo André, "casos em que o câncer ainda não se espalhou por outros órgãos, e que a expectativa de vida do homem é de mais de 10 anos, recorre-se à prostatectomia radical". A cirurgia consiste na retirada total da próstata e dos tecidos linfáticos que a envolvem. Isso acarreta em disfunção erétil e incontinência urinária. A radioterapia também é recomendada nestes casos, mas tem eficácia comparada à cirurgia.
Quando a doença já está mais avançada, o especialista normalmente lança mão de hormônios que bloqueiem as elevações dos níveis de testosterona, faz a cirurgia para retirada dos tecidos que circundam a próstata e apela aos medicamentos.
OUTRAS DOENÇAS DA PRÓSTATA

Apesar de só o câncer ser considerado maligno, algumas outras doenças que atingem a próstata também causam transtornos ao paciente, diminuindo sua qualidade de vida ou mesmo levando à morte, se não forem tratadas devidamente.
A prostatite aguda é um dos casos que pode levar à morte. Ao apresentar esse quadro infeccioso, "o homem pode entrar em estado febril, ter retenção urinária, sentir dores na região do períneo e ao urinar", explica o especialista da SBU. Para solucionar o problema, o paciente precisa ser internado para esvaziar a bexiga com um método de pulsão pela pele. "Isso evita que um cateter passe pela uretra, inflamando-a ainda mais", diz o urologista. Além do esvaziamento da bexiga, o médico receita alguns antibióticos para acabar com a inflamação.
Outro tipo de prostatite é a crônica. Caracterizada por um quadro mais prolongado da doença (exigindo que o tratamento também seja), os sintomas da prostatite crônica são mais suaves, como desconforto no períneo, testículos e na região lombar. Nestes casos, a internação é dispensável, sendo necessário apenas o uso de medicamentos.
Quando a próstata aumenta de tamanho e passa a comprimir a bexiga, o homem sofre de hiperplasia. Os principais sintomas são dificuldade em urinar, com aumento da freqüência e, muitas vezes, com urgência miccional. "Em todos os casos, o exame prostático não só desvenda o problema como também indica o tratamento ideal, já que consegue verificar o grau da doença", afirma o urologista. Geralmente, a hiperplasia é tratada com inibidores hormonais que relaxam a próstata ou diminuem seu tamanho. Outros medicamentos também são indicados para diminuir as dores. Caso os tratamentos medicamentosos não funcionem, o especialista recorre à cirurgia, em que a parte aumentada da próstata é retirada.

Como prevenir-se das complicações oftalmológicas causadas pelo diabetes?

Uma administração bem-sucedida do diabetes requer um esforço conjunto. Uma equipe multidisciplinar, formada por endocrinologista - especializado em diabetes - nutricionista, oftalmologista, podólogo e educador físico, é de real importância no controle da doença.

A importância do exame oftalmológico e a preocupação com a retinopatia diabética foi o tema escolhido neste ano pela Associação Americana de Diabetes (ADA) para marcar as comemorações do Dia de Alerta sobre Diabetes - Diabetes Alert Day. Segundo os centros americanos de controle e estudo do diabetes, a retinopatia diabética é a principal causa de cegueira entre adultos, o que resulta em cerca de 12 mil novos casos de perda de visão a cada ano. Para evitar o aparecimento da retinopatia diabética, três importantes cuidados devem ser observados, visando a preservação da visão:

1)        Manter bons os níveis de A1C, ou seja, fazer o controle glicêmico;
2)        Manter sob controle a pressão sangüínea;
3)        Realizar o exame de visão anualmente.

“A orientação da ADA é a de prevenir o aparecimento da retinopatia diabética, doença que constitui-se numa grande ameaça para a preservação da saúde do paciente com diabetes e um importante ônus social e econômico para o sistema de saúde”, afirma o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do Instituto de Moléstias Oculares, IMO. Uma administração bem-sucedida do diabetes requer um esforço conjunto. Uma equipe multidisciplinar, formada por endocrinologista - especializado em diabetes - nutricionista, oftalmologista, podólogo e educador físico é de real importância no controle da doença. “O grande desafio desta equipe é focado na obtenção do bom controle glicêmico e pressórico, que geralmente é obtido por uma avaliação clínica rigorosa e contínua e por uma ação terapêutica agressiva”, diz Centurion.

Como prevenir-se da retinopatia diabética?

A presença de áreas de espessamento da retina na região macular em pacientes portadores de diabetes é definida como maculopatia diabética. Algumas formas de maculopatia diabética estão associadas à perda de visão. O Early Treatment Diabetic Retinopathy Study (ETDRS), estudo clínico randomizado multicêntrico, as define como maculopatias diabéticas clinicamente significantes. Estas alterações estão presentes em 50% dos pacientes diabéticos que procuram o oftalmologista por diminuição da visão, podendo também ser o primeiro sintoma da retinopatia diabética.

O diabetes mal controlado facilita o surgimento da retinopatia, mas só o controle da glicemia não é suficiente para evitar seu aparecimento. Por isso, é importante consultar o oftalmologista uma ou duas vezes ao ano. Controlar a pressão arterial, manter a taxa de colesterol baixa e evitar o fumo são cuidados que diminuem as chances de problemas na visão.

A retinopatia é uma das complicações mais comuns e está presente tanto no diabetes tipo 1 quanto no tipo 2, especialmente em pacientes com longo tempo de doença e mau controle glicêmico. “Quando culmina em perda visual constitui-se num fator importante de morbidade de elevado impacto econômico, uma vez que a retinopatia diabética é a causa mais freqüente de cegueira adquirida. A doença é a principal causa de cegueira em idade laborativa”, afirma o oftalmologista Edson Branzoni Leal, que também integra o corpo clínico do IMO.  O impacto econômico e social causado pelo diabetes, que já é considerado problema de saúde pública, deve-se em maior parte a complicações, como a retinopatia diabética, que encurtam a vida produtiva dos indivíduos, piorando sua qualidade de vida e a de seus familiares.

A retinopatia diabética é caracterizada por alterações vasculares. São lesões que aparecem na retina, podendo causar pequenos sangramentos e, como conseqüência, a perda da acuidade visual. Hoje, a retinopatia é considerada uma das mais freqüentes complicações crônicas do diabetes junto com a catarata. “As alterações microvasculares do tecido retiniano, principais sintomas da retinopatia estão relacionadas à hiperglicemia crônica, que leva à alterações circulatórias como a perda do tônus vascular, alteração do fluxo sangüíneo, aumento da permeabilidade vascular e conseqüentemente extravasamentos e edemas, culminando com a obstrução vascular que leva à neovascularização, com vasos frágeis que se rompem, causando hemorragias e descolamento da retina”, explica o oftalmologista Edson Branzoni Leal.

A catarata é também mais prevalente na população diabética devido ao sorbitol (poliálcool resultante do metabolismo do açúcar) que se acumula no cristalino. Em situações de hiperglicemia, o cristalino absorve água e tem seu segmento anterior ampliado, o que provoca miopia no paciente. À medida em que a taxa de açúcar no sangue retorna aos níveis normais, o cristalino se desidrata e volta ao tamanho original. “A repetição dessa situação altera as fibras da estrutura do cristalino, provocando sua opacificação. Isso explica a maior predisposição dos diabéticos a sofrer de catarata mais cedo e com mais freqüência”, explica o oftalmologista Virgilio Centurion, que é presidente da ALACCSA, Associação Latino-Americana de Cirurgiões de Córnea, Catarata e Cirurgias Refrativas.

Importância do diagnóstico precoce

A Academia Americana de Oftalmologia preconiza que o exame oftalmológico deve ser realizado no momento do diagnóstico do diabetes, principalmente naqueles com diabetes do tipo 2, já que a prevalência de retinopatia é alta neste grupo de pacientes. Nos pacientes com diabetes tipo 1, a prevalência é bem menor nos primeiros 5 anos da doença (13%), aumentando muito após 10-15 anos (90%) (48-50). Se o diabetes for diagnosticado na gestação, o exame deve ser repetido trimestralmente mesmo que a visão corrigida seja perfeita (20/20) e o paciente ainda não apresente sintomas visuais (7,52).

A detecção precoce da retinopatia diabética é muito importante para a eficácia dos tratamentos. “O exame oftalmológico completo, incluindo a oftalmoscopia (direta e indireta) e a biomicroscopia da retina sob midríase medicamentosa é fundamental para a detecção (86%) e estadiamento da retinopatia”, diz Edson Branzoni Leal. A documentação fotográfica (retinografia) também é importante para a detecção, ou seja, a avaliação da progressão da doença e dos resultados do tratamento.

“Hoje, contamos também com a tomografia de coerência óptica, o OCT, exame que é capaz de fornecer uma gama de informações sobre o edema macular, complementando a fundoscopia e a angiografia contrastada. A realização do OCT auxilia o diagnóstico e o tratamento das doenças maculares tais como, os edemas, a degeneração macular relacionada à idade, a retinopatia diabética e o glaucoma, dentre outras”, diz Edson Branzoni Leal.

Para saber mais

No dia 05 de outubro, o oftalmologista Edson Branzoni Leal proferirá a palestra “Complicações oftalmológicas causadas pelo diabetes”, como parte da programação do  Projeto IMO Melhor Idade. As palestras do Projeto iniciam-se às 14:00 horas. A participação nos eventos é gratuita, mas há a necessidade de confirmar presença, pois o auditório da clínica tem capacidade para comportar apenas 90 pessoas sentadas. Para confirmar a participação, é necessário entrar em contato com a coordenadora do Projeto, Neusa Duarte, pelo telefone: (11) 5573 6424 ou pelo e-mail: nduarte@imo.com.br, informando o nome completo e o telefone.

SERVIÇO:

IMO – Instituto de Moléstias Oculares
Endereço: Avenida Ibirapuera, 624.
São Paulo-SP
Horário de atendimento: 08:00 às 18:30, de segunda a sexta-feira.
08:00 às 12:00, aos sábados.
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COMO EVITAR A FORMAÇÃO DE CÉLULAS CANCEROSAS.

Querido sócio: Informação importante de como permanecer saudável.  Recentes informações do Hospital John Hopkins sobre o câncer. Muito importante, favor compartilhar.  

 1.Toda pessoa tem células de câncer no corpo. Estas células cancerosas não aparecem nos testes padrões, até que elas se multipliquem em alguns bilhões. Quando os médicos dizem aos pacientes de câncer que não há mais nenhuma célula de câncer nos seus corpos, após o tratamento, isto quer dizer que os testes não podem mais identificar as células cancerosas, porque elas não atingiram o tamanho detectável.

2. Celas cancerosas podem ocorrer de 6 a mais de 10 vezes na vida de uma pessoa.

3. Quando o sistema imunológico da pessoa é vigoroso, as células cancerosas serão destruídas e impedidas de multiplicar e formar tumores.

4. Quando uma pessoa tem câncer, isto significa que ela tem múltiplas deficiências nutricionais. Estas deficiências são devidas ao fator genético, ambiental, da alimentação e do estilo de vida.

5. Superar as deficiências nutricionais múltiplas significa mudança de dieta e a inclusão de suplementos, que irá fortalecer o sistema imunológico.

6. Quimioterapia impede o crescimento acelerado das células de câncer e também destrói as células saudáveis na medula óssea, na área gastro-intestinal etc, e pode causar dano aos órgãos, como fígado, rins, coração, pulmões etc.

7. A radiação, enquanto vai destruindo as células de câncer, também produz queimaduras, cicatrizes e danificam as células saudáveis, tecidos e órgãos.

8. O tratamento inicial com quimioterapia e radiação muitas das vezes poderá reduzir o tamanho do tumor. Entretanto, o uso prolongado da quimioterapia e da radiação não resulta em mais destruição do tumor.

9. Quando o corpo está muito sobrecarregado com o efeito da quimioterapia e da radiação, o sistema imunológico ou está comprometido ou destruído; por conseguinte a pessoa pode sucumbir a vários tipos de infecções e complicações.

10. Quimioterapia e radiação podem causar células cancerosas e mutação, se tornarem resistentes e de difícil destruição. Cirurgia também pode produzir células cancerosas e espalhar para outras áreas do corpo. 

11. Um modo efetivo para combater o câncer é fazer as células cancerosas passarem fome, não as alimentando, pois elas necessitam de alimento para se multiplicarem. ELAS SE ALIMENTAM DE:

a)     O açúcar é um alimentador do câncer. Tirando o açúcar, se elimina a fonte de suprimento da sua alimentação mais importante. Substitutos do açúcar como o Nutrasweet, Equal, Spoonfull, etc, são feitos de Aspartame, que é prejudicial à saúde. Um mais adequado substituto natural seria o mel de Manuka, (tipo de árvore que tem folhas odoríferas nativa da Nova Zelândia e Tansmânia) ou melaço, mas só em pequenas quantidades.

b)     O sal de mesa tem uma substância química para torná-lo branco. A melhor alternativa é o BRAGG LIQUID AMINOS, (produto americano, feito com um concentrado de proteína líquida, derivado da soja, que contem vários aminoácidos) ou sal marinho.

c)      O leite faz o corpo produzir muco, especialmente na área gastro-intestinal. O câncer se alimenta do muco. Eliminando o leite e substituindo-o por leite de soja não adoçado, as células cancerosas morrem de fome.

12. Celas cancerosas prosperam em um ambiente ácido. Uma dieta com base na carne é ácida; assim é melhor comer peixe e uma pequena quantidade de frango, do que ingerir carne de boi ou de porco. Carne de gado (criado em fazendas) contém antibióticos, hormônios de crescimento e parasitas, que são prejudiciais, principalmente às pessoas com câncer.

13. Uma dieta feita com 80% de legumes frescos, sucos, grãos inteiros, sementes, nozes e um pouco de frutas ajudam pôr o corpo em um ambiente alcalino. Aproximadamente, 20% delas podem ser ingeridas cozidas, incluindo os feijões.

a) Sucos de vegetais frescos provêem enzimas que são facilmente absorvidas e alcançam até níveis celulares dentro de 15 minutos, para nutrir e aumentar o crescimento das células saudáveis. Para obter enzimas vivas, para formar células saudáveis, tente ingerir sucos de vegetal frescos (a maioria dos legumes, inclusive brotos de feijão) e comer alguns legumes crus, duas ou três vezes por dia. As enzimas são destruídas a temperaturas de 104 graus Fahrenheit (40 graus centígrados).

 b) Evite café, chá e chocolate, que têm alto nível de cafeína. O chá verde é a melhor alternativa.

c) É melhor beber água limpa e natural, deionizada, filtrada, para evitar as toxinas conhecidas e metais pesados da água de torneira. A água destilada é ácida; evite-a.

14. Proteína de carne é difícil de digerir e requer muitas enzimas digestivas. Carne não digerida, que permanece nos intestinos, putrefa e causa a formação de mais tóxico.

15. Células cancerosas têm (suas) paredes cobertas de proteína dura. Privando-as, ou alimentando-as com pouca carne, elas se livram de mais enzimas (tóxicas) e do ataque às paredes de proteína das células cancerosas, e permite que as células protetoras do corpo destruam as células cancerosas. 

16. Alguns suplementos constroem o sistema imunológico: O IP6, Flor-essence, (flor de essência - uma mistura de ervas para fazer chá, que se acredita, tem propriedades para curar o câncer) antioxidantes, vitaminas, minerais, etc., para permitir que as próprias celas protetoras do corpo destruam as celas cancerosas.  Outros suplementos, como vitamina E, são conhecidos por causar apoptose, (autodestruição da célula; uma espécie de sistema programado para matá-las) - o método normal do corpo de se livrar das células estragadas, indesejáveis ou desnecessárias.

17. Câncer é uma doença da mente, do corpo e do espírito. Um espírito pró-ativo e positivo ajudará o guerreiro do câncer a ser um sobrevivente. Raiva, inclemência e amargura põem o corpo em estresse, num ambiente acetoso. Aprenda ter um espírito clemente e amoroso. Aprenda relaxar e desfrutar vida.

18. As células cancerosas não podem prosperar num ambiente oxigenado.   Exercitando diariamente e profundamente a respiração, ajuda adquirir mais oxigênio até o nível celular. A terapia de oxigênio é outra maneira usada para destruir as células cancerosas.

RECENTES INFORMAÇÕES DO JOHN HOPKINS HOSPITAL.

  1. Não coloque nenhum recipiente plástico em microondas.
 2. Não coloque suas garrafas de plástico, com água, em congelador.  

Substâncias químicas de dioxina causas câncer, especialmente câncer de mama. Dioxina são altamente venenosas às celas dos nossos corpos.

Recentemente, o Dr. Edward Fujimoto, Gerente de Programa de Bem-estar junto ao Hospital de Castle, estava em um programa de televisão para explicar esta periculosidade. Ele falou sobre as dioxinas e de como elas são ruins para nós. Ele disse que nós não deveríamos estar aquecendo nossa comida em microonda usando recipientes de plástico. Isto se aplica especialmente para alimentos gordurosos.   Disse que a combinação da gordura e alta temperatura liberam dioxinas na comida e finalmente nas células do corpo.

Ao invés, ele recomenda usar vasos de vidro, como Pirex ou recipientes cerâmicos para aquecer a comida. Você obtém os mesmos resultados, só sem a dioxina. Alimentos de TV Dinners (alimentos já prontos, congelados, sopas prontas empacotadas, etc.) deveriam ser removidos dos recipientes e aquecidos em outra coisa.

O papel não causa mal, pois você não sabe a sua composição.  É mais seguro usar vidro temperado, como os produzidos pela Corning Ware, (Companhia americana, fabricante de cabos de fibras ópticas, que no passado fabricava utensílios domésticos a prova de fogo).

Ele também nos lembrou que, há um tempo atrás, alguns restaurantes de fast food deixaram de usar embalagens de recipientes feitos com espumas sintéticas.  Uma das razões é o problema da dioxina.

Também mostrou que aquela envoltura de plástico, como o Saran, (material de plástico impermeável) é muito perigosa quando colocado por cima dos alimentos, para ser cozidos no forno de microondas. Como a comida recebe altas temperaturas, (“nuke”) faz as toxinas venenosas derreterem a embalagem do plástico e gotejar para dentro da comida. Cubra o alimento com pirex  ou cerâmica.    

Este é um artigo que deveria ser enviado a qualquer pessoa importante na sua Vida.

Harold H. o Louis


Como prevenir-se das complicações oftalmológicas causadas pelo diabetes?

Uma administração bem-sucedida do diabetes requer um esforço conjunto. Uma equipe multidisciplinar, formada por endocrinologista - especializado em diabetes - nutricionista, oftalmologista, podólogo e educador físico, é de real importância no controle da doença.

A importância do exame oftalmológico e a preocupação com a retinopatia diabética foi o tema escolhido neste ano pela Associação Americana de Diabetes (ADA) para marcar as comemorações do Dia de Alerta sobre Diabetes - Diabetes Alert Day. Segundo os centros americanos de controle e estudo do diabetes, a retinopatia diabética é a principal causa de cegueira entre adultos, o que resulta em cerca de 12 mil novos casos de perda de visão a cada ano. Para evitar o aparecimento da retinopatia diabética, três importantes cuidados devem ser observados, visando a preservação da visão:

1)        Manter bons os níveis de A1C, ou seja, fazer o controle glicêmico;
2)        Manter sob controle a pressão sangüínea;
3)        Realizar o exame de visão anualmente.

“A orientação da ADA é a de prevenir o aparecimento da retinopatia diabética, doença que constitui-se numa grande ameaça para a preservação da saúde do paciente com diabetes e um importante ônus social e econômico para o sistema de saúde”, afirma o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do Instituto de Moléstias Oculares, IMO. Uma administração bem-sucedida do diabetes requer um esforço conjunto. Uma equipe multidisciplinar, formada por endocrinologista - especializado em diabetes - nutricionista, oftalmologista, podólogo e educador físico é de real importância no controle da doença. “O grande desafio desta equipe é focado na obtenção do bom controle glicêmico e pressórico, que geralmente é obtido por uma avaliação clínica rigorosa e contínua e por uma ação terapêutica agressiva”, diz Centurion.

Como prevenir-se da retinopatia diabética?

A presença de áreas de espessamento da retina na região macular em pacientes portadores de diabetes é definida como maculopatia diabética. Algumas formas de maculopatia diabética estão associadas à perda de visão. O Early Treatment Diabetic Retinopathy Study (ETDRS), estudo clínico randomizado multicêntrico, as define como maculopatias diabéticas clinicamente significantes. Estas alterações estão presentes em 50% dos pacientes diabéticos que procuram o oftalmologista por diminuição da visão, podendo também ser o primeiro sintoma da retinopatia diabética.

O diabetes mal controlado facilita o surgimento da retinopatia, mas só o controle da glicemia não é suficiente para evitar seu aparecimento. Por isso, é importante consultar o oftalmologista uma ou duas vezes ao ano. Controlar a pressão arterial, manter a taxa de colesterol baixa e evitar o fumo são cuidados que diminuem as chances de problemas na visão.

A retinopatia é uma das complicações mais comuns e está presente tanto no diabetes tipo 1 quanto no tipo 2, especialmente em pacientes com longo tempo de doença e mau controle glicêmico. “Quando culmina em perda visual constitui-se num fator importante de morbidade de elevado impacto econômico, uma vez que a retinopatia diabética é a causa mais freqüente de cegueira adquirida. A doença é a principal causa de cegueira em idade laborativa”, afirma o oftalmologista Edson Branzoni Leal, que também integra o corpo clínico do IMO.  O impacto econômico e social causado pelo diabetes, que já é considerado problema de saúde pública, deve-se em maior parte a complicações, como a retinopatia diabética, que encurtam a vida produtiva dos indivíduos, piorando sua qualidade de vida e a de seus familiares.

A retinopatia diabética é caracterizada por alterações vasculares. São lesões que aparecem na retina, podendo causar pequenos sangramentos e, como conseqüência, a perda da acuidade visual. Hoje, a retinopatia é considerada uma das mais freqüentes complicações crônicas do diabetes junto com a catarata. “As alterações microvasculares do tecido retiniano, principais sintomas da retinopatia estão relacionadas à hiperglicemia crônica, que leva à alterações circulatórias como a perda do tônus vascular, alteração do fluxo sangüíneo, aumento da permeabilidade vascular e conseqüentemente extravasamentos e edemas, culminando com a obstrução vascular que leva à neovascularização, com vasos frágeis que se rompem, causando hemorragias e descolamento da retina”, explica o oftalmologista Edson Branzoni Leal.

A catarata é também mais prevalente na população diabética devido ao sorbitol (poliálcool resultante do metabolismo do açúcar) que se acumula no cristalino. Em situações de hiperglicemia, o cristalino absorve água e tem seu segmento anterior ampliado, o que provoca miopia no paciente. À medida em que a taxa de açúcar no sangue retorna aos níveis normais, o cristalino se desidrata e volta ao tamanho original. “A repetição dessa situação altera as fibras da estrutura do cristalino, provocando sua opacificação. Isso explica a maior predisposição dos diabéticos a sofrer de catarata mais cedo e com mais freqüência”, explica o oftalmologista Virgilio Centurion, que é presidente da ALACCSA, Associação Latino-Americana de Cirurgiões de Córnea, Catarata e Cirurgias Refrativas.

Importância do diagnóstico precoce

A Academia Americana de Oftalmologia preconiza que o exame oftalmológico deve ser realizado no momento do diagnóstico do diabetes, principalmente naqueles com diabetes do tipo 2, já que a prevalência de retinopatia é alta neste grupo de pacientes. Nos pacientes com diabetes tipo 1, a prevalência é bem menor nos primeiros 5 anos da doença (13%), aumentando muito após 10-15 anos (90%) (48-50). Se o diabetes for diagnosticado na gestação, o exame deve ser repetido trimestralmente mesmo que a visão corrigida seja perfeita (20/20) e o paciente ainda não apresente sintomas visuais (7,52).

A detecção precoce da retinopatia diabética é muito importante para a eficácia dos tratamentos. “O exame oftalmológico completo, incluindo a oftalmoscopia (direta e indireta) e a biomicroscopia da retina sob midríase medicamentosa é fundamental para a detecção (86%) e estadiamento da retinopatia”, diz Edson Branzoni Leal. A documentação fotográfica (retinografia) também é importante para a detecção, ou seja, a avaliação da progressão da doença e dos resultados do tratamento.

“Hoje, contamos também com a tomografia de coerência óptica, o OCT, exame que é capaz de fornecer uma gama de informações sobre o edema macular, complementando a fundoscopia e a angiografia contrastada. A realização do OCT auxilia o diagnóstico e o tratamento das doenças maculares tais como, os edemas, a degeneração macular relacionada à idade, a retinopatia diabética e o glaucoma, dentre outras”, diz Edson Branzoni Leal.

Para saber mais

No dia 05 de outubro, o oftalmologista Edson Branzoni Leal proferirá a palestra “Complicações oftalmológicas causadas pelo diabetes”, como parte da programação do  Projeto IMO Melhor Idade. As palestras do Projeto iniciam-se às 14:00 horas. A participação nos eventos é gratuita, mas há a necessidade de confirmar presença, pois o auditório da clínica tem capacidade para comportar apenas 90 pessoas sentadas. Para confirmar a participação, é necessário entrar em contato com a coordenadora do Projeto, Neusa Duarte, pelo telefone: (11) 5573 6424 ou pelo e-mail: nduarte@imo.com.br, informando o nome completo e o telefone.

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O que fazer para a mulher com endometriose engravidar?

Endometriose... Este é um tema recorrente entre as mulheres, porque além de causar dor durante a relação sexual, alterações intestinais durante a menstruação – como diarréia ou dor para evacuar – a doença também está associada às dificuldades para engravidar.

Para entender o que é a endometriose, é preciso saber o que é o endométrio. O endométrio é o tecido que reveste o útero internamente. Todos os meses, quando a mulher menstrua, ele descama. Logo após a menstruação, ele inicia seu crescimento, para depois, novamente descamar, no próximo ciclo menstrual. É sobre o endométrio que os bebês se implantam. Se a mulher engravidar, ele permanece durante a gestação, caso contrário, será eliminado no sangue menstrual. Esse revestimento, muitas vezes, e por razões não totalmente esclarecidas, pode se implantar em outros órgãos: nos ovários, tubas, intestinos, bexiga, peritônio e, até mesmo, no próprio útero, dentro do músculo. Quando isso acontece, dá-se o nome de endometriose, ou seja, endométrio fora do seu local habitual. 

Segundo a Associação Brasileira de Endometriose, a endometriose está presente em 10% das mulheres em idade reprodutiva. Apresenta prevalência de 4,5 a 33,3% em mulheres submetidas a tratamento de esterilidade; 4,5 a 21,2% entre as pacientes atendidas com dor pélvica e 0 a 7,1% nas portadoras de tumoração pélvica. “A doença pode acometer mulheres a partir da primeira até a última menstruação, com média de diagnóstico por volta dos 30 anos. Em média, a mulher tem 32 anos quando é feito o diagnóstico da doença. Em 44% dos casos passaram-se cinco anos ou mais até a doença ser diagnosticada”, informa Joji Ueno, coordenador do curso de pós-graduação, Especialização em Medicina Reprodutiva , ministrado pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

Sintomas da doença

A maioria das mulheres com endometriose apresenta dismenorréia, ou seja, cólica menstrual, o primeiro e mais importante sintoma da doença. Muitas vezes, são cólicas intensas que incapacitam as mulheres de exercerem suas atividades habituais. A dor pode ainda manifestar-se durante a relação sexual, quando o pênis encosta no fundo da vagina. Este é o segundo sintoma. “Além desses sintomas, podem estar presentes a dificuldade para engravidar e alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação. Nos casos mais avançados, a dor pode ocorrer também fora do período menstrual. Cólica intensa é o principal sintoma de endometriose e leva à suspeita de que a doença esteja instalada”, informa Joji Ueno, diretor da Clínica Gera.

Como diagnosticar a doença?

A investigação clínica seguida de um exame físico adequado, o toque vaginal, permite verificar alguns aspectos característicos da doença. O exame ginecológico normal e de rotina não visa ao diagnóstico da doença em si, mas pode funcionar como prevenção primária para a endometriose. “O exame ginecológico é o ponto de partida para estabelecer o diagnóstico da endometriose”, afirma o Prof. Dr. Joji Ueno. Se a doença se assesta no ovário, o ginecologista pode perceber o aumento dos ovários pelo toque. Se acomete a região que fica entre o útero e o intestino, um tipo de endometriose que se chama endometriose profunda, o toque permite perceber espessamentos atrás do útero e dor quando o médico apalpa essa região. Quando a doença acomete o peritônio, fica mais difícil estabelecer o diagnóstico pelo toque.

Após o exame clínico, o ultra-som e os exames de laboratório são os meios adequados para diagnosticar as mulheres para as quais se deve indicar a laparoscopia, um exame realizado para visualizar as áreas da cavidade abdominal. “A laparoscopia é ao mesmo tempo um teste de diagnóstico que avalia a extensão da doença e uma forma de iniciar o tratamento da endometriose”, explica o médico.

Tratamento

Depois que se faz uma análise da cavidade abdominal, dos pontos com comprometimento pela endometriose, procura-se ressecar sempre que possível os focos que se encontram nos ovários, trompas, útero, peritônio e intestino. “Através da laparoscopia conseguimos ressecar também os focos existentes no tecido que reveste a cavidade abdominal e outros mais profundos localizados nos intestinos, indicativos de casos mais graves e que demandam tratamento efetivo”, explica o especialista em Reprodução Humana.

A cirurgia convencional é também uma alternativa para remover as lesões de endometriose, mas a laparoscopia é o método mais utilizado para diagnóstico e tratamento dessa doença. A cirurgia convencional tem se tornado um procedimento cada vez menos freqüente. Com a laparoscopia, é possível realizar a quase totalidade dos procedimentos que eram feitos por via aberta. A laparoscopia, por seu caráter  diagnóstico e cirúrgico, muitas vezes, evita que a mulher tenha que recorrer à fertilização in vitro ou a outros procedimentos de reprodução assistida de alta complexidade para conseguir engravidar.

Endometriose x fertilidade

A endometriose provoca alterações no ciclo menstrual, por isto, a relação entre a endometriose e a infertilidade feminina pode manifestar-se em alguns casos. “Pacientes em estágio avançado da doença e obstrução na tuba uterina que impeça o óvulo de chegar ao espermatozóide têm um fator anatômico que justifica a infertilidade”, explica Joji Ueno. Além disso, algumas questões hormonais e imunológicas podem ser a causa para que algumas mulheres com quadros mais leves de endometriose não conseguirem engravidar.

“Após o tratamento, geralmente após a realização da laparoscopia, uma boa parcela das pacientes consegue engravidar, principalmente as mulheres em que as tubas não tiverem sofrido obstrução”, informa o médico. É por isso que no final da laparoscopia, costuma-se injetar contraste pelo canal do colo uterino para ver se ele sai pelas tubas. A caracterização dessa permeabilidade tubária é um ponto a favor de uma gravidez que depende, entretanto, de outros fatores como a função ovariana ou a não formação de aderências depois da cirurgia, por exemplo.

Depois da laparoscopia, quando a doença está num estágio avançado, costuma-se indicar uma medicação para suprimir temporariamente a menstruação. São geralmente medicamentos que bloqueiam a função ovariana, durante três ou quatro meses, para a paciente poder se recuperar. Depois disso, a possibilidade da doença voltar existe, porque o retorno da função menstrual pode determinar o reaparecimento das lesões. Por isso, em alguns casos, é preciso bloquear a menstruação por mais tempo e tomar cuidado depois das gestações para que não haja recidivas. “A cura da endometriose depende da boa administração da doença e nem sempre representa a extirpação eterna dos focos porque, em alguns casos, podem voltar”, alerta o especialista em Reprodução Humana , Prof. Dr. Joji Ueno.

RESTAURAÇÃO DA FERTILIDADE FEMININA:

- Alguns estudos apontam que existe um fator hereditário que deve ser levado em conta nos casos de endometriose. Logo, mulheres que têm conhecimento de casos da doença na família podem se antecipar a um futuro problema de infertilidade, fazendo os exames necessários para diagnosticar a doença;

- Sabe-se que mulheres com endometriose têm traços maiores de ansiedade e estresse. Portanto, o estresse é um fator de risco assim como as condições ambientais. Isso vale para o câncer e para a endometriose;

- De 40% a 50% das adolescentes que apresentam cólica incapacitante, quer dizer, dor intensa que requer repouso e as impede de exercer as atividades normais podem apresentar endometriose, sem saber. O diagnóstico precoce da doença pode preservar a fertilidade desta mulher.

Fonte: Clínica Gera

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HEPATITE C...Você precisa saber!

A hepatite é uma doença caracterizada pela inflamação do fígado, provocada por diferentes tipos de vírus, representando um grande risco à saúde, já que pode comprometer o funcionamento do fígado. É imprescindível alertar que a hepatite C costuma ser assintomática (sem sintomas) e pode ficar incubada por aproximadamente 30 anos no organismo humano; por isso a importância do diagnóstico precoce, que pode ser feito em exames de sangue (detectam anticorpos sanguíneos anormais).

Milhares de pessoas são diagnosticadas, diariamente, com o Vírus HCV.  Ao contrário das hepatites A e B, na maior parte dos casos, a Hepatite C não apresenta sintomas na fase aguda. É preciso ficar atento com a saúde e quando surgirem quaisquer suspeitas, a atenção deve ser redobrada. Estatísticas indicam que mais de 80% de pessoas contaminadas pelo HCV poderão desenvolver hepatite crônica e só descobrirão que possuem a doença ao fazerem exames por outros motivos, como por exemplo, em uma doação de sangue.

Sua prevenção é feita, primeiramente, com o rigoroso controle de qualidade nos bancos de sangue do Brasil. E depois, com o controle que cada um deve fazer de sua saúde. Boa alimentação e fazer exames para diagnosticar se existe alguma contaminação, são fundamentais. Os médicos alertam: pessoas que tenham recebido transfusão de sangue antes da década de 90 precisam ficar atentas. "Nesta época não se conhecia a Hepatite C, e as pessoas podiam ser contaminadas por diferentes vírus, atualmente identificados", afirma a Dra. Eloíza Quintela,  especialista no tratamento de doenças do fígado.

Ela afirma que o tratamento existe e o primeiro passo é procurar um profissional da saúde e solicitar as sorologias para vírus B e C. O índice de cura chega a 60% incluindo os pacientes que mesmo tendo o vírus não desenvolve a doença, pois permanecem com a chamada carga viral negativa (PCR quantitativo). Ainda assim os números são assustadores. De cada 100 pessoas contaminadas, 30% não desenvolvem a doença e outros 70% se tornam portadoras crônicas. Destes, 40 terão uma doença leve e o restante tende a desenvolver fibrose hepática mais acentuada (Cirrose).

OUTRAS INFORMAÇÕES:

Dra. Eloíza Quintela
Especialista no Tratamento de Doenças do Fígado
(11)3747-3018
www.doencasdofigado.com.br
E-mail: contato@doencasdofigado.com.br


Como podemos reduzir a ingestão de gorduras?

Informar ao paciente sobre a quantidade de gordura presente nos alimentos é fundamental para que a dieta seja bem sucedida

As proibições estão em todos os lugares:

“Escolha cortes magros de carne (lagarto, patinho, coxão mole, etc), peixes frescos, retire a gordura aparente das carnes e a pele de aves, antes do preparo. A maioria dos cortes suínos possui muita gordura, porém o lombo de porco é uma boa opção.”

No site da Sociedade Brasileira de Cardiologia

“Depois de obrigar os fabricantes de alimentos a declararem que utilizam gordura trans na fórmula de produtos, a prefeitura de Nova York, EUA, determinou que a partir de julho deste ano, bares e restaurantes da cidade estão proibidos de preparar petiscos usando óleo que contenha a substância. Em 2008, nenhum alimento vendido na cidade poderá ter gordura trans na receita. A justificativa é reduzir a incidência de doenças cardíacas na população”.

Nos cardápios dos restaurantes de Nova York

 “Os rótulos de bebidas não-alcoólicas envasadas em embalagens retornáveis terão até o dia 1º de agosto de 2011 para trazer as informações nutricionais obrigatórias. Os novos rótulos precisam informar a quantidade de gordura trans, além do valor energético, carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, fibra alimentar e sódio presentes no produto”

Em breve, estarão também nos rótulos das bebidas, segundo determinação da Anvisa

É... Não há como escapar, se você deseja emagrecer, controlar o seu colesterol, adotar hábitos saudáveis de alimentação e prevenir o aparecimento das doenças cardiovasculares, tem que diminuir o consumo de gordura.

Onde está a gordura do meu prato?

O que o paciente pensa ao sair do consultório médico com a recomendação que a ingestão de gorduras em sua dieta deve ser bem menor? “Vou me desfazer da borda da picanha, não vou comer carne de porco, vou trocar a manteiga por margarina...” .

Se são estas as medidas que ele pretende adotar para seguir as recomendações médicas, ele tem muito, ainda, a aprender sobre gorduras, pois caso contrário, nunca saberá o porquê da sua dificuldade em perder peso ou em normalizar suas taxas de colesterol. “As gorduras são macronutrientes, como as proteínas e os carboidratos. Devem fazer parte de uma dieta balanceada, sendo responsáveis por 25 a 30% das calorias ingeridas por dia”, afirma a endocrinologista Ellen Simone Paiva (CRM-SP 51.988), diretora do Centro Integrado de Terapia Nutricional, Citen. 

Segundo a médica, as gorduras desempenham várias funções importantes em nosso organismo. Dão estrutura às membranas celulares, são também a partir delas que se formam a maioria dos nossos hormônios e que se faz a circulação da maioria das nossas vitaminas. “E nos alimentos, as gorduras são os componentes de maior sabor, o que os tornam irresistíveis, tanto os salgados, como os doces”, diz.

Há ainda, para confundir a cabeça, gorduras benéficas, ditas essenciais, pois precisam ser ingeridas, uma vez que nosso organismo não é capaz de produzi-las e também não vive sem elas. São as gorduras denominadas insaturadas, que se mantém em estado líquido à temperatura ambiente. Estão presentes nos óleos vegetais, nozes e castanhas e em alguns peixes: salmão, truta, cavala, arenque, bacalhau fresco, atum. “A maior importância desse tipo de gordura está no fato de terem ação protetora cardiovascular. Mas mesmo assim, as gorduras insaturadas são também muito calóricas e podem acrescentar muitas calorias ao prato”, afirma Ellen Paiva.

“Quando afirmamos que as gorduras são muito calóricas ( 1 grama = 9 calorias), estamos comparando-as com todos os outros tipos de nutrientes: carboidrato ou proteína ( 1 grama = 4 calorias). No quesito calorias, não há diferença entre os vários tipos de gordura, seja azeite extra virgem ou banha de porco, as calorias são igualmente volumosas”, explica a especialista em Nutrição.

Gorduras no café da manhã

“Os laticínios integrais são as maiores fontes de gordura do café da manhã. Do leite até a manteiga, passando pelos iogurtes e queijos, todos estes alimentos são ricos em gordura do tipo saturada, aquela que se torna sólida à temperatura ambiente e é responsável pelo aumento do colesterol no sangue”, explica a médica. Atualmente, a indústria de alimentos vem conseguindo reduzir o teor de gordura desses alimentos, chegando a zero, mas mantendo seu teor de proteína e cálcio, fundamentais para uma dieta saudável.

Um cuidado deve ser observado para não substituirmos estes alimentos por outros ricos em gordura trans hidrogenada, como é o caso das margarinas comuns, que apresentam índices muito mais elevados de gordura trans. “A aposta pode ser feita nas margarinas lights, que, em sua grande maioria, são isentas das temíveis gorduras trans e têm menos calorias”, explica Ellen Paiva, que também é nutróloga.

Além dos laticínios, as gorduras também estão presentes nos alimentos que são fontes de carboidrato, como pães, principalmente do tipo croissants, cookies, biscoitos recheados, bolos de massa pronta e até mesmo nos biscoitos cream craker. “Finalmente, devemos dizer que há gordura nos embutidos, onde todos, sem exceção, mesmo em suas versões lights, contêm alto teor de gorduras. Sobram apenas as frutas e os cereais matinais, onde não há risco do consumo de gorduras”, diz.

Gorduras no almoço e no jantar

Muitos pensam que um bife de filé mignon grelhado, aparentemente tão magro e sequinho, contenha pouca gordura porque não tem a borda de gordura tão evidente da picanha... “Grande engano, pois este bife é macio justamente pelo seu alto teor de gordura, quase tanto como a que encontramos no contra-filé ou na maminha”, diz Ellen Paiva.

Pior escolha fazem aqueles que para não comer a carne vermelha fazem a opção de comer uma coxinha ou asinha de frango, cuja gordura e colesterol superam a de muitos tipos de carne vermelha. “Logo, todos os tipos de carne, incluindo os peixes, têm gordura, sendo alguns ainda mais ricos como o salmão, a cavala, a sardinha e o atum, onde a riqueza é maior em gordura considerada boa, mas tão calórica, quanto todas a outras”, afirma.

Além do teor de gordura normal das carnes, muito importante é a sua forma de preparo. Carnes com qualquer tipo de molho são mais ricas em gordura, como é o caso do estrogonofe ou do filé ao molho madeira. “Entre as carnes vermelhas mais magras estão o lagarto, a alcatra, o patinho, o coxão duro e o músculo”, destaca a médica. Vale lembrar que chapa não é grelha e qualquer carne preparada na chapa é considerada fritura, pois utiliza gordura na forma de óleos vegetais ou manteiga.

Precisamos, também, desmistificar a impressão de que a carne de porco é sempre muito gordurosa. “Não é fato, pois o lombo de porco é uma carne com um teor de gordura considerado pequeno, quando comparado com a picanha, a maminha, o contra-filé e até o filé mignon, explica a médica.

Ainda no almoço, é possível encontrar gorduras nas massas, principalmente nos recheios e nos molhos. Lasanhas, rondeles e massas recheadas, em geral, são as mais ricas em gorduras, principalmente quando acompanhadas por molhos como quatro queijos, branco e bolonhesa, riquíssimos em gordura. “É bom evitar o toque de queijo parmesão ralado, que também contém muita gordura”, recomenda a médica.

O arroz e o feijão podem ser bem magros, quando refogados apenas com alho, cebola e pouco óleo, ou nenhum óleo como é o caso do arroz japonês. Um cuidado deve ser observado com o arroz em versões elaboradas como o arroz com lentilhas, o shop shui oriental, o arroz de carreteiro e o famoso “Maria Izabel”.

Todos os tipos de farofa são extremamente gordurosos, pois independente da associação dos vários tipos de alimentos à farinha, como cebola, ovo, uvas passas, bacon, lingüiça e banana frita, a farofa nada mais é do que uma farinha frita. “E tem mais, além da farofinha, a maioria dos pratos de legumes gratinados são também muito ricos em gordura, devido ao molho branco e ao queijo ralado utilizado para dar o toque final ao gratinado”, afirma a médica.

E ainda no buffet de almoço, temos as frituras... As frituras são pratos salgados que agradam muito o paladar de adultos e crianças. A começar pela batata frita, passando pela mandioca, banana da terra, bolinhos de arroz ou de qualquer legume, bolinhos de carne, pastéis e as famosas coxinhas... “Não se enganem quando a fritura aparentar estar bem sequinha. Todas, sem exceção, são muito gordurosas e algumas delas, são fritas em gordura hidrogenada, como nos fast foods, o que lhes confere a bela aparência e a consistência crocante, irresistível. Este tipo de gordura é ainda mais deletéria do que o próprio colesterol”, alerta a endocrinologista Ellen Paiva.

As saladas também podem ser muito gordurosas, principalmente quando são temperadas com azeite extra virgem. “Além dele, comumente adicionamos queijo parmesão ralado, tomates secos ou outros legumes em conserva ou no azeite, como é o caso da berinjela e dos molhos com maionese. Quando as associamos às famosas torradas de alho, cuja base também é o azeite e o queijo ralado, a coisa piora... Muitas vezes, uma salada, com ‘a aura saudável’, é o prato mais gorduroso e calórico que ingerimos durante o dia”, explica a médica.

Sobremesas com gordura

As sobremesas mais saborosas também são pratos muito gordurosos. “Aliás, a gordura somada ao açúcar faz desta associação uma das mais apreciadas em todo o mundo, sendo também uma das mais calóricas, como é o caso do chocolate e do sorvete”, explica Ellen Paiva. Tortas, mousses e doces gordurosos levam em sua composição principalmente a manteiga de leite, principal base para o sabor dessas delícias.

Pelo exposto, podemos concluir que dificilmente um alimento não contém gordura. “Mas isto não é problema, quando sabemos balancear nossa dieta. A gordura pode chegar a representar até 30% do valor calórico da dieta, observando o cuidado com a ingesta de suas formas mais deletérias: as gorduras saturadas e as gorduras trans hidrogenas”, afirma Ellen Paiva.

SERVIÇO:
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Márcia Wirth
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JORNAL DA ASMAT - ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E AMIGOS DO GRANDE MATOSINHOS ANO IX - NÚMERO 105 - NOVEMBRO/2008 - SÃO JOÃO DEL-REI - M. G.