SAÚDE & LAZER

Infecção Urinária masculina pode comprometer a próstata

Homens podem sentir dor ao urinar, ardência e febre em decorrência da doença

Embora a grande maioria dos casos esteja presente no sexo feminino, visto que a proporção é de, aproximadamente, dez mulheres para cada homem, a infecção urinária, que consiste na contaminação do trato urinário por uma bactéria chamada Escherichia coli, encontrada constantemente no canal gastrointestinal, vem preocupando também o público masculino.
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Nutricionista corrige sobre o consumo de frutas
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Os anos passam e nossos rins vão filtrando nosso sangue para remover o sal e outros intoxicantes que entram no organismo.

Com o tempo, o sal se acumula e precisamos de uma limpeza. Como fazer isso?
Salsa
De um modo simples e barato: Pegue um maço de salsa e lave bem. Corte bem picadinho e ponha em uma vasilha com água limpa. Ferva por 10 minutos e deixe esfriar. Coe, ponha em uma jarra com tampa e guarde na geladeira. Beba um copo todos os dias, e você vai perceber que o sal e outros venenos acumulados nos rins saem na urina.
Você vai notar a diferença!
Há muitos anos a salsa é reconhecida como o melhor tratamento de limpeza dos rins.
E é um remédio natural!
A salsa é uma das ervas com propriedades terapêuticas menos reconhecidas. Ela contém mais vitamina C do que qualquer outro vegetal da nossa culinária (166mg por 100g).
Isso é três vezes mais que a laranja.

A salsa contém também ferro (5.5mg /100g), manganésio (2.7mg / 100g), cálcio (245mg / 100g) e potássio (1mg / 100g) .. Sendo recomendada para pedra nos rins, reumatismo e cólica menstrual.

Sua alta concentração de vitamina C ajuda na absorção de ferro.

O suco de salsa, sendo uma bebida natural, pode ser tomado misturado com outros sucos, 3 vezes ao dia.
As folhas podem ser mantidas no congelador, e seu uso é recomendo na culinária diária, pois além de saudáveis, dão ótimo sabor a qualquer receita.

MUITO BOM PARA HIPERTENSOS.


30% das mulheres fazem tratamento hormonal para a menopausa

Boa alimentação, massagem, acupuntura e meditação são dicas para manter a mente e o corpo relaxados

Calor excessivo, alteração do sono, humor e da libido, suores noturnos, ressecamento vaginal, dor durante o ato sexual, diminuição da atenção e memória, são os sintomas mais comuns da menopausa. Não há idade exata para as mulheres apresentarem estes indícios, mas geralmente ocorre entre 45 e 55 anos. Há casos de menopausa precoce aos 40 anos que pode ocorrer espontaneamente ou cirurgicamente.

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Doença Renal Crônica: Cada vez mais comum em crianças


Com todo o avanço da medicina, a atenção voltada cada vez mais para a genética e para as doenças crônicas, ainda hoje é comum nos ocuparmos mais com as consequências do que com as causas. Entre tantas, um dos exemplos é a Doença Renal Crônica (DRC), considerada problema de saúde pública, com elevada taxa de morbidade e mortalidade e impacto negativo sobre a qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS). Soma-se a isto, o número de crianças afetadas pela DRC ainda em seus primeiros anos de vida.

 

Em todo mundo, a Doença Renal Crônica é um grave problema de saúde pública. No Brasil, ela recebe mais atenção quando é detectada já em seu estágio avançado, muitas vezes na fase de terapia renal substitutiva (dialise ou transplante renal). A taxa de mortalidade para as crianças em diálise é de 30 a 150 vezes maior do que na população geral. E mais: segundo dados do IBGE (2005- 2009), somente no Rio de Janeiro a incidência é de 25 pacientes com doença renal terminal (necessitando de diálise)/milhão na população infantil; Em São Paulo, somente no Hospital do Rim e Hipertensão (Unifesp-EPM) foram realizados, em 2009, 78 transplantes em crianças. Em 1988, data de início do transplante infantil, foi realizado apenas 1 transplante/ano.

 

"Exceto questões congênitas, a prevenção começa com uma boa alimentação e a educação para a prática de exercícios físicos. Os pais devem ficar atentos para alguns sinais de alerta tais como: edema, alteração da cor ou odor da urina, baixa estatura, cansaço, anemia que não responde ao tratamento, além de mensuração da pressão arterial pelo pediatra”, observa a nefrologista Maria Cristina de Andrade, especialista na área pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e pela Sociedade Brasileira de Pediatria, que complementa “a detecção e o tratamento precoce muitas vezes impedem o agravamento da doença que, com o passar dos anos, pode levar à falência renal, necessidade de diálise ou transplante de rim”.

 

Pressão sanguínea alta, anemia, ossos fracos, nutrição prejudicada e afecções nervosas são alguns dos sintomas e implicações das doenças renais. Em alguns casos, sem alternativas de melhoras rápidas, podem apresentar uma evolução progressiva. E, como efeito, problemas médicos, sociais, econômicos e psicológicos são identificáveis neste processo. Quando não se trata a DRC em crianças, as consequências são ainda maiores e mais dolorosas, para elas e para os pais.

 

Por isto, como alerta a dra. Maria Cristina de Andrade, o diagnóstico precoce pode evitar que a insuficiência renal piore e que desenvolva comprometimentos sérios à saúde geral da criança, inclusive doenças cardíacas, por exemplo. “É importante detectar estes problemas na infância, pois os reflexos futuros são certos. A questão não é saber se poderemos viver mais de 100, 150 anos, mas sim como viver este tempo todo de forma saudável”, diz a nefrologista.


 

 

Fechar o diagnóstico de uma DRC nem sempre é fácil e requer investigação de um especialista na área. “A descoberta e tratamento precoce da doença é de grande importância para retardar a sua progressão e o acompanhamento da criança deve ser multidisciplinar, visando minimizar todos os fatores que venham a comprometer a sua qualidade de vida, inclusive no que tange à compreensão de sua condição”, completa a especialista da Sociedade Brasileira de Nefrologia e da Sociedade Brasileira de Pediatria.

 

Veja no quadro abaixo os principais fatores da Doença Renal Crônica na infância:

História familiar de rins policísticos ou outra doença genética

Baixo peso ao nascimento

Histórico de insuficiência renal aguda por lesão hipóxico-isquêmica ou outro agravo no período peri-natal

Displasia ou hipoplasia renal

Doenças urológicas, especialmente uropatias obstrutivas

Refluxo vesico-ureteral, principalmente associado com infecção urinária de repetição

História prévia de nefrite ou síndrome nefrótica

História prévia de síndrome hemolítico urêmica

História de púrpura de Henoch-Schoenlein

Diabetes mellitus

Lupus eritematoso sistêmico

História de hipertensão arterial

 

Dra. Maria Cristina de Andrade:

Autora do livro “Nefrologia para Pediatras”, mestre e doutora em pediatria pela Unifesp/EPM, especialista em pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria, com área de atuação em Nefrologia Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e Sociedade Brasileira de Pediatria.


Com estágio no exterior como parte da pós-graduação pela Pediatric Nephrology Service da University of California – Los Angeles (UCLA), dra. Maria Cristina atua desde 1998 como nefrologista pediátrica, responsável pela enfermaria de nefropediatria do Hospital São Paulo (Unifesp), orientando residentes de pediatria e de nefrologia pediátrica. Também atua como nefrologista pediátrica do Hospital Infantil Sabará (SP). Ainda exerce atividade docente como professora de pediatria para alunos do segundo, terceiro e quarto ano de medicina da Escola Paulista de Medicina (Unifesp). Dedica grande parte de seu tempo também à redação de artigos científicos e participação como palestrante em simpósios nacionais e internacionais do segmento.

 

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Obesidade, sedentarismo e colesterol contribuem para problemas de má circulação no sangue

Alimentação balanceada e prática de exercícios físicos ajudam no combate à doença

Uma das principais causas de morte no Brasil, os problemas circulatórios estão cada vez mais presentes na sociedade. Porém, com a prática de uma simples atividade física regularmente e a reeducação de alguns hábitos alimentares, é possível combater esta doença.  A má circulação acontece quando há problemas no bombeamento do sangue para os vasos do corpo humano. Diabéticos, sedentários e obesos são as pessoas mais afetadas por esta enfermidade.

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Hipocondria, a "doença imaginária", acomete homens e jovens, em especial

Ansiedade é uma das principais características dos hipocondríacos

Para um hipocondríaco, sinais aparentemente inofensivos se transformam em momentos dramáticos, em que uma dor de cabeça sem precedentes é sinal de um tumor cerebral ou a boca seca é indicação de diabetes. A distorção exagerada dos sintomas leva o indivíduo com hipocondria a acreditar que sempre tem uma doença e acaba buscando atendimento profissional, realizando exames desnecessariamente e ainda faz, usualmente, uso de automedicação. Ainda assim, mesmo que testes médicos indiquem uma saúde perfeita, o portador do transtorno é capaz de contestar o resultado inúmeras vezes.


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Ciúme excessivo é doença e pode levar à depressão

O sentimento de posse acarreta, além do ciúme, raiva e baixa autoestima

A frase “Tudo são flores” é ideal para caracterizar o início de qualquer relacionamento. O prazer de conhecer o parceiro, o tempo em que permanecem juntos, as particularidades e pensamentos em comum, contudo, podem se tornar um pesadelo quando surge um vilão capaz de destruir uma relação: o ciúme. Há aqueles que consideram saudável uma pitada deste sentimento, enquanto outros não toleram. A preocupação exagerada e o sentimento de posse demonstram o ciúme excessivo, considerado uma doença pela psicóloga e psicoterapeuta, Dra. Salete Monteiro Amador.

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Vitiligo tem impacto social, mas pode ser tratado

A maioria das pessoas tem vergonha da doença e ainda desconhece o tratamento

Manchas brancas na pele podem ser características de quem possui uma doença pouco comentada, mas presente em consideráveis 1% da população mundial, a Vitiligo. Clinicamente nomeadas de acrônicas, ou seja, sem cor, alguns pacientes podem apresentar apenas uma mancha, enquanto outros se deparam com várias espalhadas pelo corpo e ainda sob quadros extensos e generalizados. Indesejáveis, elas podem aparecer também na região torácica ou nos braços

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Dermatologia, saúde pública e combate à resistência bacteriana

Dr. Paulo Velho*

 

A dermatologia é uma importante questão de saúde pública. É certo que, nos dias atuais, a fama dessa especialidade médica está mais ligada à estética do que a problemas de saúde. No entanto, a dermatologia precisa ser encarada mais seriamente pela sociedade. Cerca de 10% dos usuários de unidades básicas de saúde procuram assistência por uma queixa dermatológica e um em cada quatro indivíduos que vão a Centros de Saúde têm uma lesão de pele que requer atenção do médico.

 

Outro exemplo da relevância da dermatologia na saúde coletiva é o uso indiscriminado de antibióticos para o tratamento, tópico ou sistêmico, de transtornos cutâneos. Muitas vezes, os problemas tratados são frequentes, como a acne, que chega a acometer 80% da população. O uso indiscriminado de produtos à base de antobióticos pode provocar resistência bacteriana. E é papel do dermatologista coibir essa prática e colaborar para que a sociedade receba  informação sobre este assunto.

 

Ocasionada principalmente pelo uso inadequado de antibióticos, a resistência bacteriana pode acarretar a ineficácia desses medicamentos em tratamentos futuros, mesmo quando o problema estiver em outros órgãos, o que dificulta o controle de infecções e propicia o surgimento das temidas superbactérias. Na dermatologia, o uso de antibióticos para tratar doenças comuns merece atenção redobrada.

 

Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que mais de 50% das prescrições de antibióticos no mundo são inadequadas.  Atualmente, entre os medicamentos tópicos utilizados no Brasil para o tratamento da acne, aproximadamente 40% contêm antibióticos: dado preocupante. Para a acne, assim como outras doenças, o mercado já disponibiliza opções mais modernas, livres da substância. E, nesse caso, o tratamento com cremes ou pomadas com antibiótico é muito mais relacionado à resistência bacteriana que o tratamento oral, exceto quando o último é usado de forma inadequada Mas é fundamental que a classe médica esteja bem preparada e constantemente atualizada para utilizar a melhor alternativa.

 

A conscientização, que deve começar na faculdade de medicina para evitar prescrições inadequadas, precisa chegar aos pacientes, para reduzir a automedicação. Cada indivíduo tem características clínicas próprias e não deve usar medicamentos que julga serem bons ou que deram resultado para o vizinho. Afinal, nem sempre o remédio que foi bom para um amigo é adequado  para outra pessoa. Às vezes, pode até resolver o problema inicial, mas pode também gerar várias outras complicações.

 

O problema, contudo, vai além: os riscos do uso de antibióticos não afeta somente o paciente, mas também quem convive com ele, até mesmo o médico que trata o problema. Um estudo europeu realizado com dermatologistas e publicado numa importante revista da especialidade (British Journal of Dermatology) mostrou que mais de 60% desses profissionais carregavam em sua pele a bactéria envolvida no surgimento da acne Propionibacterium acnes resistente aos antibióticos que o próprio médico prescrevia aos seus pacientes. E esta seleção de bactérias resistentes pode acontecer também com irmãos ou outras pessoas que convivem com quem usa antibióticos, mesmo em cremes, pomadas ou géis. E estes medicamentos são  considerados inofensivos pela maioria das pessoas.

 

É importante que todos conheçam melhor os riscos e benefícios dos produtos que utilizam, mesmo por questões estéticas. E assim como todo medicamento, géis, cremes e pomadas também devem ser prescritos por um médico.

 

*Dr. Paulo Velho – Professor de Dermatologia e especialista em infectologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).


Auriculoacupuntura
Soraia Barbosa Mendonça*
GENERALIDADES
A auriculoacupuntura surgiu na China há cerca de cinco mil anos antes de Cristo.
A medicina na China já considerava que a orelha não era um simples órgão, e que tinha relação com todo o sistema do organismo humano.
 Acupuntura auricular é uma das técnicas da medicina tradicional chinesa que foi oficializada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como uma terapia de microssistema.
 A auriculoterapia é uma técnica da acupuntura, que usa o pavilhão auricular (orelha) para efetuar tratamento de saúde, aproveitando o reflexo que esse órgão exerce sobre o sistema nervoso central.
O pavilhão auricular tem pontos que correspondem a todos os órgãos e funções do corpo.
Ao efetuar a sensibilidade desses pontos por estímulos de agulhas, sementes ou estilos elétricos o cérebro recebe impulsos que desencadeiam uma série de alterações físicas, relacionadas a várias áreas do corpo. Trata por exemplo, de inflamações, perda do sentido e equilíbrio, sinusite, disfunção gastrointestinal, mau funcionamento endócrino, celulite e outras enfermidades, produzindo assim, a cura da enfermidade.
As vantagens deste tratamento é que não causa reações negativas ou efeitos colaterais, sendo um tratamento rápido e eficaz, podendo ser tratadas juntamente com a medicina ocidental, acelerando ainda mais o processo de cura e o bem estar físico.
Recomenda-se no mínimo dez sessões, sendo uma sessão por semana, assim o cliente será acompanhado e avaliado semanalmente pelo profissional que o assiste.
A aurículoterapia terá melhor efeito e benefício se somada às massagens locais ou relaxantes, obtendo assim a eficácia e a efetividade do tratamento. 
* Soraia Barbosa Mendonça é enfermeira Pós-graduada em gestão hospitalar com especialização em vários seguimentos de massoterapia e terapias alternativas.
Tel. (32)8885-3785 –soraiab2010@hotmail.com.br


Pacientes com Alzheimer se beneficiam muito com uma visita dos familiares

 

Uma simples visita ou telefonema de membros da família pode ter uma influência positiva sobre a felicidade de um paciente, embora ele possa esquecer rapidamente a visita ou a ligação

 

Eles podem esquecer rapidamente... Mas uma visita a um parente idoso com Alzheimer vai deixá-lo com um sentimento permanente de felicidade. Esta é a descoberta de um estudo realizado por Justin Feinstein, da Universidade de Iowa, publicado na Proceedings Of The National Academy Of Sciences , que pode ter implicações importantes para pessoas com a doença de Alzheimer e seus familiares.

Segundo o autor do estudo, muitas vezes, os membros da família se perguntam se vale a pena fazer uma visita ou um telefonema para um parente mais velho com demência, pois o teor da conversa é esquecido rapidamente. O que Feinstein descobriu é que a lembrança da visita é apagada da mente, mas os sentimentos “bons e quentes” provocados pela visita fazem o doente sentir que vale a pena viver.

Para chegar a tal conclusão, Feinstein e sua equipe estudaram as reações de cinco pacientes neurológicos com danos no hipocampo, uma parte do cérebro crítica para a transferência de memórias de curto prazo para longo prazo.  Danos no hipocampo provocam um tipo de amnésia que é frequentemente um sinal inicial de Alzheimer e podem ser resultado também de um acidente vascular cerebral ou de epilepsia.

Os pacientes pesquisados foram expostos a clipes de 20 minutos de filmes, intensamente emocionais: alguns felizes, outros tristes. Ao assistirem às cenas, os pacientes demonstraram emoções apropriadas e condizentes com o que estavam vendo, assim, ora havia risos, ora lágrimas.

Embora os doentes logo tivessem esquecido o que tinham visto, as perguntas sobre seus sentimentos revelaram que as emoções provocadas pelos clipes ficaram retidas por muito mais tempo.

Segundo Justin Feinstein,  muitas vezes, a negligência afetiva  do cuidador do idoso e dos familiares pode deixar o paciente  triste, frustrado e solitário, mesmo que ele não se lembre exatamente o  porquê.

“A pesquisa é uma prova clara de que as razões para tratar os pacientes com Alzheimer com respeito e dignidade vão além da simples moral humana", diz a médica Vanessa Morais, diretora da VRMedCare, empresa especializada em cuidados domiciliares na terceira idade.

Pesquisas anteriores já haviam mostrado que as interações sociais regulares reduzem o risco de desenvolvimento de demência. “Esta nova pesquisa sugere que é preciso começar a definir um novo padrão de cuidados para pacientes com distúrbios de memória. O estudo confirma uma observação da nossa prática clínica:  indíviduos com demência que vivem em ambientes tranquilos tendem a ter comportamentos menos inadequados e agressivos ", defende a médica.

Lidando com o diagnóstico de Alzheimer

Quando o idoso é diagnosticado com a doença de Alzheimer, a notícia pode ser assustadora não só para o indivíduo, mas também para os seus familiares, principalmente para os que geralmente cuidam deste idoso.

“É normal que tanto o idoso como seus familiares passem por uma diversidade de emoções e sentimentos tais como medo, frustração, negação, constrangimento, culpa, tristeza e raiva”, explica a médica Renata Diniz, que também dirige a VRMedCare empresa especializada em cuidados domiciliares na terceira idade.

É normal que os familiares se preocupem não só com as alterações já existentes no idoso, mas que também fiquem ansiosos quanto ao futuro. “Assim, quando uma pessoa é diagnosticada com a doença de Alzheimer é importante que tanto esta pessoa, como os seus familiares aprendam mais sobre a doença”, recomenda Renata Diniz.

Segundo a médica, é preciso que todos os familiares e os que cuidam do idoso saibam:

• Como a doença afeta o doente?;

• Que alterações esperar no comportamento do doente, ao longo do tempo?;

• O que podem fazer os familiares e cuidadores para auxiliar a manter a qualidade de vida e a independência do doente?

Manutenção dos laços afetivos

Renata Diniz, reforça que, embora, muitas vezes, os doentes com Alzheimer não reconheçam quem os visita, o contato humano é muito importante para eles.

“No entanto, como em qualquer tipo de demência, os doentes com Alzheimer apresentam alterações comportamentais, principalmente na interação com outras pessoas. Portanto, é muito importante se preparar bem para visitar o familiar ou o amigo com Alzheimer, buscando saber mais sobre a doença e informando-se sobre que atitudes tomar durante a visita”, aconselha a médica.

A seguir, a médica enumera algumas dicas úteis na preparação de uma visita ao doente com Alzheimer:

·       Um aspecto importante é informar-se junto aos familiares e/ou cuidadores  qual o melhor momento do dia para fazer a visita;

·       O modo como você fala com o doente com Alzheimer e a linguagem corporal também são essenciais. Durante a visita, você deve manter-se calmo, evitando elevar o tom de voz, falando lentamente e de forma clara. Se o doente aparentar não compreender bem o que você diz, ao invés de repetir, diga o mesmo, mas com palavras diferentes e frases mais curtas;

·       Evite fazer perguntas ou então faça as que podem ser respondidas com "sim" ou "não". Se o doente ficar frustrado por não conseguir responder, não insista;

·       Fale normalmente com o doente e nunca como se ele fosse uma criança. Estabeleça contato visual com o doente e chame-o pelo nome, quando quiser chamar a sua atenção;

·       É essencial respeitar o espaço do doente, evitando chegar muito perto deste;

·       Se durante a visita, o doente parecer não o reconhecer, relembre-o quem você é, e, acima de tudo, nunca considere pessoal o fato do doente não o reconhecer, ser indelicado e até mesmo responder com raiva;

·       Não discuta com o doente caso ele se mostre muito confuso. Em vez disso, tente distraí-lo, conduzindo a conversa para outros temas;

·       Tente não usar frases como  "Você se lembra de...". Ao invés disso, leve consigo objetos – como, por exemplo, fotografias - que possam suscitar memórias no doente e sobre os quais vocês possam falar;

·       Não se preocupe se a conversa com o doente não fizer muito sentido, nem corresponder à verdade;

·       Se o doente começar a ficar muito agitado, despeça-se e termine a visita. Por vezes, estes doentes não toleram mais do que 15 a 20 minutos de visita.

 

FONTE: Blog Familiares e Cuidadores de Doentes de Alzheimer, mantido por Alunos de Mestrado em Biomedicina Molecular da Universidade de Aveiro.

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Cardiopatia congênita afeta cinco bebês a cada cem nascimentos

Cerca de 130 milhões de crianças nascem no mundo com a doença que, quando descoberta na gestação ou logo ao nascer, pode salvar o bebê

Cardiopatia congênita é uma doença que provoca anormalidade da estrutura ou função do coração. A pessoa nasce com a patologia, que pode ser herança de antecedentes familiares que tem o mesmo problema, malformações fetais, comprometimento genético de outras doenças (mongolismo e síndrome de down) ou estar associada a casos de rubéola, toxoplasmose, citomegalovirose (infecção viral) e diabetes gestacional. Todos os anos, cerca de 130 milhões de crianças nascem no mundo com a doença e, somente no Brasil, são aproximadamente 21 mil bebês que precisam de algum tipo de intervenção cirúrgica para sobreviver

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Sonolência diurna, a chamada narcolepsia, pode levar à morte

Patologia é rara, incurável e considerada grave

À medida que corpo e mente manifestam sinais de cansaço após um exaustivo dia de atividades, o ideal é dormir, em média, oito horas por dia visando repor as energias para a realização de novas funções, organizar a memória e eliminar a sensação de fadiga corporal. No entanto, mesmo que a pessoa tenha dormido bem, pode estar sujeita à narcolepsia, caracterizada por ataques de sono diurnos e incontroláveis a qualquer momento e em situações inusitadas, como ao dirigir, durante uma reunião profissional ou até mesmo em pé dentro de um ônibus

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90% dos casos de câncer, se detectados precocemente, podem ser curados.

Um estilo de vida saudável e a realização de um onco-checkup anual são grandes aliados no combate ao câncer


A União Internacional de Combate ao Câncer prevê que, somente este ano, aproximadamente 500 mil brasileiros tenham algum tipo de câncer. As estimativas assustam, mas será que é possível livrar-se dessa doença que acomete o indivíduo de forma tão agressiva e incontrolável, e multiplica-se tão rapidamente por diversas estruturas do corpo? Segundo o Dr. Ademar Lopes, sim. Cirurgião oncologista e diretor do departamento de cirurgia pélvica do Hospital A. C. Camargo, ele afirma que o segredo é o diagnóstico precoce “se tratarmos nossos pacientes seremos capazes de curar 90% dos casos, a baixo custo, e ainda sem seqüelas”, garante

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O medo da rotina

Médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho, orienta a população sobre a depressão pós-férias, doença que atinge, aproximadamente, 23% dos trabalhadores brasileiros

Para muitas pessoas, janeiro é sinônimo de sombra e água fresca. Muitas aproveitam as férias escolares dos filhos e o início do verão para tirar merecidos dias de descanso do trabalho e da rotina diária. Segundo a médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho, as férias são fundamentais para a saúde e o bom desempenho do funcionário. O estresse e pressão do cotidiano vão se acumulando e causam desgaste físico e mental, que pode evoluir para um problema grave de saúde

Já para um grande número de trabalhadores, o grande problema, que afeta a saúde psicológica, pode surgir na volta à rotina de trabalho. De acordo com estudo realizado pela International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR) 23% dos brasileiros sofrem de depressão pós-férias

Esses índices são conseqüência da pressão cada vez maior no ambiente de trabalho, aumento da competitividade e insatisfação de alguns pela profissão ou empresa que trabalham. Conforme detectado pela pesquisa, 93% das vítimas de depressão pós-férias se sentem insatisfeita profissionalmente; 86% não vêem possibilidade de promoção ou desenvolvimento; 71% consideram o ambiente de trabalho hostil ou pouco confiável e 49% têm conflitos interpessoais no local onde atuam

Para Soraya Hissa, todas as pessoas ao voltarem das férias demoram um tempo para entrar no ritmo novamente. "Na primeira semana é normal que os profissionais sintam um pouco de desânimo, ansiedade, sono, falta de motivação, desconcentração e até certa irritabilidade. Quem não gosta da boa vida que tem nas férias, da possibilidade de ficar próximo das pessoas que gosta, conhecer lugares novos e não preocupar-se com nada?! Por isso, a primeira semana pós-férias é sempre de adaptação à velha rotina", afirma a médica

Se esses sintomas persistem por mais de duas semanas, a pessoa pode estar com síndrome pós-férias ou depressão pós-férias, que consiste na mudança do estado de humor do indivíduo. Essa mudança afeta o físico, a mente e o comportamento daqueles que sofrem com a síndrome, podendo, dessa forma, causar sérios problemas de relacionamento dentro de seu ambiente de trabalho

Para não sofrer com o fim das férias

ara fugir da depressão com o fim das férias e a volta ao trabalho a psicanalista aconselha que, quem não estiver se sentindo bem no ambiente profissional, que analise antes do período de férias seu grau de satisfaço com a profissão, a empresa que trabalha e o que incomoda neste ambiente

"A partir dessa avaliação o trabalhador deve tentar encontrar a melhor forma de solucionar o problema. Todos devem ter em mente que dinheiro é fundamental, mas nossa felicidade deve ser primordial. O que adianta termos uma profissão se não a executamos com prazer. Um bom salário não compra felicidade! Quando fazemos o que gostamos vamos realizar com mais afinco e melhor, e o dinheiro e o reconhecimento são conseqüência de um ótimo trabalho", acredita

Saiba como evitar a depressão pós-férias

- Organize-se para sair de férias, minimizando a pressão do retorno. Isso significa delegar atividades relacionadas a projetos urgentes, respostas a e-mail e assuntos urgentes. Outra boa dica é deixar avisado que o celular estará desligado durante esse período

- As férias são para descanso do corpo e da mente. Portanto, evite telefonar para o trabalho ou ficar acessando e-mail profissional. O uso do computador deverá ser para lazer e não para trabalho

- Aproveite a oportunidade do recesso para aprimorar ou introduzir hábitos saudáveis que ajudem a suportar melhor as pressões do dia a dia. Passear, dormir, praticar esportes, colocar a vida social em dia são ótimas opções e ainda ajudam a relaxar

- A alimentação deve ter atenção especial, com a adoção de rotina alimentar que preveja horários apropriados e alimentos nutritivos. Nos dias de retorno, evitar cafeína e álcool. Este último está associado à depressão

- Não ignore o fato de que o retorno das férias pressupõe a existência de tarefas acumuladas. Por isso, adote uma estratégia para dosar o ritmo das atividades nos primeiros dias. A ideia é ter um comportamento de maratonista: não exagere no começo para ter energia para finalizar a competição

- Tente manter o ritmo do sono nos primeiros dias, procurando ir para a cama mais cedo, propiciando um sono reparador. Use todas as estratégias para beneficiar-se disso: escureça o quarto, isole-os dos sons externos, durma com roupas confortáveis etc

Fonte:http://www.lincx.com.br

Fonte para entrevistas: Médica e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho

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Fevereiro/2011


Carnaval vem aí. Tome muito cuidado com o HPV !

Previna-se

        Ao contrário do que se pensa, não se trata de apenas um tipo de vírus, mas sim de uma família de vários tipos. Os papilomavírus humanos (HPV) são vírus das famílias Papovaviridae, que possui mais de 100 subtipos diferentes identificados. As doenças mais comumente associadas a esses vírus são lesões de pele ou mucosa, que normalmente mostram crescimento limitado e regridem espontaneamente após uma resposta imune. Os subtipos 6 e 11 são encontrados na maioria das verrugas genitais (condilomas acuminados), também chamados de "crista de galo". Já os subtipos 16 e 18 são considerados de alto risco e relacionados a tumores malignos, em especial câncer de colon do útero

       Uma das características desse vírus é que ele pode ficar instalado no corpo por muito tempo sem se manifestar, entrando em ação em determinadas situações, como na gravidez ou em uma fase de estresse, quando a defesa do corpo fica abalada

        Na maior parte das vezes, a infecção pelo HPV não apresenta sintomas. A mulher tanto pode sentir uma leve coceira, dor durante a relação sexual ou notar corrimento. O mais comum é ela não perceber qualquer alteração em seu corpo

         Na maioria dos casos essa infecção não resulta em câncer, mas é comprovado que até 99% das mulheres que tiveram câncer no colon do útero foram infectadas por esse vírus. No Brasil, cerca de 7.000 mulheres morrem anualmente por esse tipo de tumor

        Em seus estágios iniciais, as lesões causadas pelo HPV, denominadas displasias, podem ser tratadas com sucesso em cerca de 80% a 95% dos casos, impedindo que a paciente tenha mais complicações no futuro. Portanto, a melhor arma contra o HPV é o diagnóstico o quanto antes

Os homens também desenvolvem doenças associadas ao vírus?

        Sim. Também nos homens as manifestações clínicas mais comuns são as verrugas genitais, causadas pelos subtipos 6 e 11 do vírus. Mas alguns tipos de HPV, como o 16 e o 18, também causam câncer, como o de pênis e o da região anal

Como o HPV é transmitido?

         A transmissão do HPV se dá por contato direto com a pele infectada, sendo que os HPV genitais são transmitidos nas relações sexuais

Como posso saber se tenho HPV?

         Os seguintes exames podem ajudar:

Papanicolaou
         É o exame preventivo mais comum. Ele não detecta o vírus, mas sim as alterações causadas nas células

Colposcopia
         Exame feito por um aparelho chamado colposcópio, que aumenta o poder de visão do médico, permitindo identificar as lesões

Biópsia 
         É a retirada de um pequeno pedaço de tecido para a análise

Captura Híbrida
         É um exame que consegue diagnosticar a presença do vírus mesmo antes de a paciente ter qualquer sintoma. Esse é o único exame capaz de dizer com certeza se a infecção existe ou não

Previna-se contra o HPV e lembre-se:

  • A maioria das pessoas infectadas pelo HPV não desenvolve o câncer de colon de útero. Mas por ser o principal causador do câncer do colo do útero, o HPV precisa ser descoberto o quanto antes. Por isso, sempre faça seus exames preventivos anualmente.
  • Use preservativos (a proteção não é de 100%).
  • Fique atenta a esses sintomas: coceira, corrimento, sangramento anormal (principalmente fora da menstruação) e dor durante a relação sexual. Se você tiver algum desses sintomas, procure seu ginecologista.
  • Fumar, beber em excesso ou usar drogas afeta o sistema de defesa do organismo, fazendo com que o HPV atinja a mulher com mais facilidade.
  • Saiba mais sobre o HPV e o câncer de colon de útero e compartilhe todas essas informações com o seu parceiro e suas amigas. Assim será mais fácil se prevenir.
  • É importante que seu parceiro também procure um médico para verificar se está com o vírus.
  • Você não está sozinha!

Vacina contra o HPV - mais uma arma para evitar essa doença

           Em 2006 chegou ao Brasil uma vacina para ajudar a prevenir a infecção pelo HPV, que deve ser usada por quem não quer se infectar com os subtipos 6,11,16 e 18

           Há uma centena de tipos de HPV, mas a maioria das infecções é causada por apenas quatro deles

           A vacina não serve para tratar quem já tem uma doença causada pelo HPV. A vacina é indicada para evitar as consequências de infecções provocadas por quatro subtipos de vírus, que são responsáveis por 70% dos cânceres de colon de útero (subtipos 16 e 18) e pelas verrugas genitais (subtipos 6 e 11)

           Além da vacina preventiva, pessoas sabidamente infectadas e que possuam a lesão verrucosa pelo HPV, podem fazer uso de vacinas imunoestimulantes para a diminuição dos sintomas.
 
 

Conheça o Projeto Brasil Sem Alergia

             O projeto de Bossois oferece gratuitamente a realização de todos os testes alérgicos, além do acompanhamento médico, também gratuito, com o objetivo de prevenir, controlar e combater os índices de alergias e doenças imunológicas em toda a população do Rio de Janeiro. O Brasil Sem Alergia possui 4 postos de atendimentos espalhados por Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, aonde são realizados os procedimentos contra todas as doenças de fundo alérgico

             Nascida em 2007, a ação social já atendeu milhares de pessoas com aproximadamente 35 mil atendimentos aos moradores de todo o estado em seus postos no Parque Fluminense e no bairro 25 de Agosto, ambos em Caxias, além dos 10 mil casos no posto da Cruz Vermelha RJ. A iniciativa pretende ainda buscar novas parcerias com a possibilidade de expandir suas atividades a outras cidades e estados brasileiros

               Os atendimentos são oferecidos de segunda à sexta de 09h às 18h a toda população do Rio, que poderá ser atendida em um dos postos do projeto social. Todos os interessados devem agendar suas consultas nos mesmos horários, através do telefone 2652 - 2175, aonde poderão obter mais informações sobre as atividades do projeto

Texto elaborado sob orientação do Dr Marcello Bossois, médico e diretor técnico do Projeto Brasil Sem Alergia.
www.youtube.com/alergiahormonal
www.brasilsemalergia.com.br
Assessoria Brasil Sem Alergia

Igor Bahiense

21 88801141

21 78168880

alergiahormonal@gmail.com

 


Dicas de Saúde

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Câncer do colo do útero está entre os cânceres que mais mata no Brasil

Doença poderia ser evitada com do uso de preservativos durante a relação sexual

Curitiba – 19/05/2010 – O câncer do colo do útero é o segundo tipo de câncer que mais mata as mulheres no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), do Ministério da Saúde. Para cada 100 mil habitantes, 19,18 mulheres morreram, entre os anos de 2008 e 2009. O câncer de colo de útero fica atrás apenas do câncer de mama, com 50,71 casos.   

De acordo com o Inca há, aproximadamente, 500 mil novos casos anuais no mundo, sendo responsável pela morte de 230 mil mulheres por ano. No Brasil, para 2010, as pesquisas estimam que ocorram 18.430 mortes pela doença. Mas este dado alarmante poderia ser evitado com medidas preventivas simples. Hoje, sabe-se que este tipo de câncer está associado diretamente à infecção por um dos 15 tipos oncogênicos do vírus HPV. De acordo com o oncologista do Hospital Santa Cruz, Dr. Guilherme Cidade Crippa, esta infecção poderia ser impedida com o uso de preservativos durante a relação sexual. “O início precoce da atividade sexual, e a multiplicidade de parceiros sexuais sem a devida proteção, são os principais fatores de risco para obter a doença”, explica o médico

Além desses, há outros fatores menores, mas que também envolvem algumas mulheres de grupos de risco, como as tabagistas, além das que fazem baixa ingestão de vitaminas e o uso de contraceptivos orais. “Este último fator não parece aumentar por si só o risco de câncer, mas está associado, pois as usuárias teriam uma tendência maior de não utilizar preservativos do que as não usuárias, expondo-se assim mais frequentemente ao vírus”, explica o médico

A vacina do HPV é uma grande aliada na prevenção da infecção pelo vírus de papiloma humano (HPV), grande causador do câncer do colo do útero. De acordo com Dr. Crippa, no Hospital Santa Cruz houve excelentes respostas ao tratamento de pacientes com concilomas, mais conhecidas como verrugas genitais através do tratamento com a vacina do HPV. “Hoje, assim como em alguns países europeus, a vacina quadrivalente além de ser utilizada como método de prevenção, é também usada para o auxílio no tratamento em casos de concilomas ou lesões precursoras do câncer de menor grau”, diz o especialista

Outra forma de prevenção é fazer periodicamente o exame Papanicolaou. “Mulheres acima de 25 anos ou sexualmente ativas devem ir ao ginecologista pelo menos uma vez ao ano para fazer o teste”, diz o oncologista. Com este exame, o tratamento das lesões precursoras do câncer do colo de útero poderá começar cedo e evitar complicações. O Papanicolaou é um exame simples que consiste na coleta de material citológico do colo do útero, ou seja, é coletada amostras de uma esfoliação leve das superfícies do útero

Em fase pré-clínica, o câncer do colo do útero não tem sintomas e a doença pode ser detectada apenas através do exame preventivo, por isso, é tão importante fazer anualmente o Papanicolaou. Já em fase de progressão, pode ocorrer sangramento vaginal, corrimento e dor. Neste estágio, a doença pode estar fase avançada, aumentando ainda os sintomas para anemia, perda de apetite e de peso, dor no abdome e, até mesmo, a saída de urina e de fezes pela vagina. 

O tratamento varia conforme o estágio da doença, tamanho do tumor, idade e condições gerais de saúde. Normalmente são feitas cirurgias para a retirada do câncer, através da remoção de fragmentos de tecidos, e até mesmo a laser. “Dependendo ainda do tamanho deste tumor, podemos ainda optar por radioterapia e quimioterapia associadas, isoladas sem a cirurgia, ou por complementação do tratamento mediante radioterapia e quimioterapia em baixas doses após a cirurgia”, explica o médico

A quimioterapia pode ser utilizada antes da cirurgia para diminuir o tamanho do tumor e permitir que a cirurgia seja feita com a devida segurança terapêutica ou em casos mais avançados, onde ocorrem metástases, a fase em que o câncer se espalha para outros órgãos e tecidos do corpo. O maior avanço no conhecimento das características da doença permite hoje realizar tratamentos mais conservadores, nos quais o colo uterino, os ligamentos em torno dele e os gânglios são retirados e o útero é re-implantado na vagina, permitindo assim que pacientes jovens possam preservar sua capacidade de engravidar. “No nosso serviço no Hospital Santa Cruz já realizamos este tratamento em algumas oportunidades nos últimos 3 anos, todas com muito sucesso e com muita segurança oncológica”, diz

ATENDIMENTO À IMPRENSA – HOSPITAL SANTA CRUZ
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Perda muscular na terceira idade: alimentação e  atividade física podem fazer muita diferença

São completamente desaconselhados o excesso de vitaminas, o emprego de hormônios masculinos e o uso de GH, nesta etapa da vida

A obesidade continua sendo o maior problema nutricional das sociedades desenvolvidas, mas, após a sexta década de vida, o peso geralmente se estabiliza e o que vemos é uma tendência inversa. “As pessoas começam a perder peso e uma estrutura vital que embeleza, sustenta e ajuda no equilíbrio do corpo humano: massa muscular. Com isso, além da perda de peso ocorre também a redução progressiva da força muscular”, afirma a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional

A massa magra é um dos componentes mais nobres do nosso corpo. É composta pelo tecido ósseo, água corporal e proteína muscular. Representa o nosso peso corporal, subtraindo-lhe a gordura. Todos esses elementos vão sendo reduzidos com o avançar da idade e sofrem uma queda percentual muito maior, quando uma pessoa acima de 60 anos perde peso. “Além da perda de peso, outros fatores favorecem a perda progressiva de massa magra, como a redução de vários estímulos hormonais e a inatividade física. Com o envelhecimento, a massa muscular passa por profundas modificações, como atrofia e perda das fibras musculares, o que resulta em redução do volume da massa muscular. Há também infiltração de gordura entre as fibras musculares, tornando os músculos mais flácidos, menos definidos e com menor força contrátil. Assim, diferente do que apregoamos para os adultos jovens, em relação aos benefícios da perda de peso, na terceira idade, devemos redobrar os cuidados com a dieta, pois o emagrecimento nem sempre é bem vindo”, reforça a endocrinologista

A perda de massa muscular pode afetar todos os grupos musculares do corpo, reduzindo a força contrátil desempenhada por eles, o que provoca  perda da definição muscular - que dá a beleza ao músculo jovem -  maior desabilidade, insegurança ao caminhar, quedas, dificuldades para expandir a caixa torácica e  para respirar amplamente ou tossir, com uma maior propensão a infecções de vias aéreas. “Uma vez que a perda de peso e a inatividade física são fatores dos mais importantes na determinação da perda de massa magra, torna-se fundamental uma alimentação adequada, que viabilize o aporte protéico necessário e a implementação de atividades físicas regulares para  conseguirmos preservar a musculatura na terceira idade”, afirma Ellen Paiva

Os benefícios da atividade física

A inatividade física, que ocorre progressivamente com o avançar da idade, é certamente um fator importante para a involução muscular que ocorre com o envelhecimento. “Esse efeito pode ser ainda mais intenso nas pessoas que se mantiveram sedentárias na juventude e apenas prolongaram esse comportamento ao longo da vida. Por outro lado, a prática regular de atividade física, desde jovem, lentifica a perda muscular do idoso. A prevenção é a estratégia mais importante e eficiente para evitar a perda de massa muscular na terceira idade”, alerta Ellen Paiva

Para atingir o objetivo de preservar a massa muscular após os 60 anos, é recomendada a prática regular de atividade física, com uma freqüência mínima de 3 a 4 vezes por semana. Os melhores resultados são observados com a prática de exercícios de resistência. “Além da musculação, as modalidades mais benéficas são as caminhadas, a natação, a hidroginástica, as atividades de dança e os jogos coletivos. Todas estas atividades colaboram com uma menor perda de massa magra, um maior grau de socialização, um melhor desempenho cardiovascular e uma redução dos quadros de depressão, tão comuns na terceira idade”, observa a médica

A dieta ideal na terceira idade

Vários estudos têm demonstrado a importância de uma boa alimentação, em todas as fases da vida. “E, por incrível que possa parecer, na terceira idade, encontramos uma maior dificuldade para implementar um plano dietético apropriado, pois os idosos apresentam vícios nutricionais importantes e, na maioria das vezes, têm muita dificuldade e resistência para mudá-los.  Quando recebem as orientações nutricionais, ‘parecem concordar com elas’, mas engana-se o profissional de Nutrição que acredita piamente que eles as seguirão. Eles apresentam uma enorme dificuldade para realizar tamanhas mudanças, numa fase tão avançada da vida”, diz Ellen Paiva, que também é médica nutróloga

A maioria das pessoas após os 60 anos não se alimenta adequadamente. “Geralmente, nos deparamos com  idosos que comem mal, adoram guloseimas, evitam verduras e legumes e passam a beliscar mais e comer menos nas refeições básicas. Por conta própria, eles reduzem a ingestão calórica e protéica necessárias para atender às suas necessidades nutricionais. Uma das explicações para esse fato é a progressiva perda de apetite e de papilas gustativas, que faz com que muitos alimentos naturais sejam percebidos como ‘sem graça’ e ‘sem sabor’, e aqueles mais condimentados, mais salgados ou mais doces, picantes e fritos, se transformem em objeto de desejo”, diz Ellen Paiva

Para sermos bem sucedidos na empreitada de alimentar bem o idoso, precisamos reforçar a necessidade de que eles façam as refeições básicas e evitem o  padrão alimentar beliscador. “Dessa forma, conseguimos preservar a sensação de fome, que se perde com o avançar da idade”, explica a médica

O idoso, geralmente, tem a necessidade de um maior aporte de micronutrientes e de algumas vitaminas, como é o caso do cálcio e da vitamina D, que afetam a densidade mineral óssea e expõem o idoso ao risco de sofrer com osteoporose e fraturas. “Para muitos, é necessária uma suplementação destes micronutrientes”, diz Ellen Paiva

Uma característica importante da alimentação das pessoas nessa faixa etária é a progressiva redução na ingestão de proteínas, principalmente carnes. “Nesse contexto, nossa estratégia é voltada à adequação desse nutriente nas dietas, pois ele é fundamental à síntese da proteína muscular. Orientamos a utilização de preparações protéicas palatáveis e de fácil mastigação, como suflês e gratinados, que utilizam molhos à base de leite e queijos; carnes moídas ou desfiadas, como almôndegas cozidas e panquecas recheadas com tais preparações”, ensina a nutróloga

“Aparentemente, não há benefícios em aumentar a ingestão de proteínas através de suplementos protéicos. Além de ineficazes, os suplementos protéicos podem levar à formação de cálculos renais. Na verdade, a melhor estratégia é adequar a alimentação do idoso às recomendações nutricionais adequadas à sua idade e, ao mesmo tempo, estimular a prática de uma atividade física”, diz Ellen Paiva

Os aparentes benefícios dos suplementos e hormônios

A melhor fonte de vitaminas e sais minerais continua sendo o alimento. “Os suplementos vitamínicos em cápsulas, principalmente em altas doses, mostraram-se totalmente ineficientes em relação à prevenção de doenças crônicas, câncer e envelhecimento. Hoje, sabemos que essa prática, além de não ajudar as pessoas, pode trazer conseqüências deletérias à saúde”, diz a diretora do Citen

O Conselho Federal de Medicina reiterou, recentemente, por meio da Resolução CFM Nº 1.938/2010, a proibição a vários procedimentos da prática ortomolecular. Dentre as práticas condenadas pelo órgão fiscalizador está a correção de possíveis desequilíbrios nutricionais por meio do uso de suplementos de vitaminas, minerais, aminoácidos e ácidos graxos. Segundo a norma, hoje, já existem evidências científicas suficientes que revelam que a suplementação vitamínica sem necessidade pode aumentar os riscos de morte

Os efeitos dos hormônios masculinos para aumentar a massa muscular sempre nos seduziram e nos encheram de esperanças quanto à possibilidade deles serem usados na terceira idade. “Mas, sempre que essa possibilidade é lembrada, ela se refere apenas à reposição dos hormônios masculinos em homens com deficiência de produção desses hormônios. Mesmo nesses casos, há ainda muitas dúvidas e opiniões contraditórias”, alerta Ellen Paiva. As reações adversas mais comuns devido ao uso dos hormônios masculinos são a retenção de água, o aparecimento de mamas no homem, o aumento do PSA (antígeno prostático específico) - um marcador de câncer de próstata - o aumento do volume prostático, alterações no fígado e uma elevação das taxas de colesterol e triglicérides. 

A possibilidade da utilização destes hormônios, indiscriminadamente, em homens e mulheres normais na terceira idade, com o objetivo de preservar ou até ganhar massa muscular é ainda mais polêmica. “As evidências científicas não sustentam essa prática devido aos vários efeitos colaterais. Na mulher, há ainda a possibilidade de virilização, com atrofia mamária, aumento dos pelos e surgimento de acne”, alerta a endocrinologista Ellen Paiva

Outra medicação ‘potencialmente benéfica para a terceira idade’,  o  GH ou hormônio de crescimento, também deve ter sua utilização direcionada apenas para as pessoas com deficiência deste hormônio. Muito usado nas academias de ginásticas, apesar dos alertas freqüentes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, esse hormônio era tido como um ‘verdadeiro milagre para emagrecer e rejuvenescer’, com capacidade de reduzir a massa gorda, aumentar a massa muscular e melhorar a disposição

“Uma recente edição de uma das maiores revistas de Clinica Médica do mundo, a Annals of Internal Medicine, traz um estudo que reuniu 31 dos maiores trabalhos científicos sobre GH. Os autores concluem que o hormônio não influencia no processo de envelhecimento, portanto, o seu uso com este fim não tem base científica alguma. O seu uso por pessoas sadias pode provocar efeitos colaterais muito desagradáveis, tais como dores articulares e inchaços, além de propiciar o desenvolvimento de doenças como diabetes, lesões cardíacas e câncer de próstata. A melhora da composição corporal atribuída ao GH - que seria o aumento da massa muscular - demonstrou-se muito pequena, não justificando os riscos do seu uso na terceira idade”, alerta a endocrinologista Ellen Simone Paiva

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Automassagem

O corpo fala e nos avisa se há algo errado com o nosso organismo ou se estamos passando por algum problema corriqueiro.

Como complemento das massagens, a terapeuta Dulce Campos dá algumas dicas para espantar o estresse do dia-a-dia com técnicas que as pessoas podem fazer em casa e em qualquer horário.

“Temos que nos observar sempre. Se sentimentos alguma dor, instintivamente, passamos a mão no ponto dolorido. Por isso, qualquer um pode fazer automassagem, de 5 a 20 minutos, duas por semana, e sentir bem-estar imediato!”, explica Dulce.

Segundo a profissional, os pés têm muitos pontos importantes, de alivio e de relaxamento, e com o auxilio de uma bola de tênis o procedimento fica ainda mais fácil.


“Apóie o pé na bola de tênis e faça movimentos para frente e para trás, do calcanhar às pontas dos dedos, com o peso do próprio corpo.Bom relaxamento"!

Maior órgão do corpo humano exige atenção especial

Cuidados básicos com a pele, um dos principais órgãos do organismo humano,

podem garantir uma vida mais saudável e tranquila

CURITIBA, 13/01/2010 – Correspondendo a, pelo menos, 16% do nosso peso, a pele é o órgão responsável pela manutenção da temperatura do corpo humano e pela eliminação de toxinas* por meio da transpiração, atuando como se fosse um verdadeiro filtro das impurezas do nosso organismo. Para mantê-la sempre saudável, garantindo, por exemplo, que o corpo tenha todo o combustível necessário para funcionar com total capacidade e promover a renovação celular, especialistas aconselham a adoção de hábitos diários que contribuem diretamente para a conservação de todas as suas funcionalidades. 

De acordo com Luciane Saruhashi, dermatologista da Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais, os cuidados com a saúde da pele passam, principalmente, pela proteção contra agressões externas, como a radiação solar, e pela adoção de hábitos saudáveis, como não fumar, ingerir bastante água, praticar exercícios físicos e ter uma alimentação balanceada, rica em vitaminas, minerais e fibras. “Se você quer ter uma pele saudável é importante que sua dieta contenha uma quantidade adequada de vitaminas, minerais e proteínas. Água em abundância, vegetais, frutas, peixe e carnes magras são essenciais e devem ser ingeridos para repor perdas ou para suprir necessidades, quando o organismo não produz a quantidade diária suficiente”, detalha a especialista

 Aumento da temperatura, cuidados redobrados

Durante as estações mais quentes do ano devemos aumentar, ainda mais, a preocupação com os raios solares, radiação que, em excesso, pode causar a destruição das camadas da pele, originando os casos de envelhecimento precoce, queimaduras e, em estados mais avançados, os temidos cânceres de pele. “Abusar do sol pode trazer problemas graves, como rugas, manchas, espessamento e ressecamento progressivo com perda de elasticidade da pele, o chamado fotoenvelhecimento. Também desencadeiam os radicais livres, que são moléculas produzidas e neutralizadas naturalmente pelo corpo, mas que, descontroladas pelo excesso de sol, provocam danos às células”, explica a Dra. Luciane

Segundo a especialista, algumas medidas simples ajudam a prevenir os problemas gerados pelos raios solares, ainda mais quando se trata de pessoas com a pele mais clara. “Devemos evitar a exposição direta ao sol das 10h às 16h e usar filtro solar com fator de proteção igual ou superior ao 15. Mesmo que o sol não esteja aparente, os raios continuam incidindo. Portanto, a proteção diária da pele deve ser um hábito a se adotar”

Além disso, ela explica que, juntamente com o aumento das temperaturas, o uso de cremes e pomadas sem a recomendação médica e, também, as alergias podem acarretar em sérios danos para a saúde do maior órgão do corpo humano. “Os corticóides, substâncias encontradas em cremes e pomadas, podem gerar alguns efeitos colaterais, entre eles o agravamento de infecções, a atrofia da pele (estrias), o surgimento de acnes e o aumento da quantidade de pêlos. Por estes motivos os medicamentos devem ser utilizados somente com prescrição médica”. Já nos casos de alergias, é fundamental que as pessoas busquem o auxílio profissional para a investigação das causas e para a adoção de medidas que irão garantir o bem estar. “Alergias consistem em uma resposta exagerada do sistema imunológico a alguma alteração do ambiente, como clima, presença de poeira ou fumaça, medicamentos, cheiros fortes, picadas de insetos, estresse e ingestão de determinados alimentos. Como envolve diversos aspectos, este problema deve ser tratado caso a caso e seguindo as suas especificidades”, completa a dermatologista da Paraná Clínicas

*As toxinas eliminadas pela pele são substâncias que não deveriam estar presentes em nosso corpo, mas que penetram em nosso organismo, principalmente, pela respiração e pela alimentação.

ATENDIMENTO À IMPRENSA – PARANÁ CLÍNICAS PLANOS DE SAÚDE EMPRESARIAIS

Lide Multimídia – Assessoria de Imprensa
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Fones: (41) 3016-8083 ou 8803-5053
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