SAÚDE & LAZER

Cresce a procura da massoterapia no tratamento de doenças na terceira idade

Conheça os benefícios da massagem para os idosos

Cresce a cada ano o número de pessoas que atingem a terceira idade no Brasil. Contudo, é nesta fase da vida que surgem alguns problemas de saúde relacionados à idade, como por exemplo, artrite, artrose e reumatismo, o que acaba atrapalhando a mobilidade física das pessoas desta faixa etária.  

No entanto, se tratando deste cenário é possível encontrar uma alternativa de tratamento, através do serviço de massoterapia. Em virtude das técnicas utilizadas, diversos benefícios podem auxiliar no tratamento dessas e outras doenças, e com isso, aumentar a qualidade de vida e bem estar dos idosos.  

Pensando nisso, a APABESP - Associação Paulista dos Beneficiários da Seguridade e Previdência possui um setor de benefícios especializado em massoterapia, através da maior rede de benefícios do Brasil, a Rede Bem Estar.

Nelson Faria, massoterapeuta da associação, destaca que, entre as vantagens da utilização das técnicas massoterápicas na terceira idade, está o aumento do bem estar mental e físico, promovendo o alívio das dores e tensões, provocadas pelo estresse do dia a dia; relaxamento muscular e diminuição dos sintomas ligados à depressão e ansiedade.

“É uma técnica que emprega o uso das mãos, utilizando-se de manobras e técnicas ocidentais e orientais, com o objetivo de tratar de maneira integrativa, sempre respeitando os limites dos idosos. Nossos associados têm direito ao serviço sempre de segunda à quarta-feira, e saem daqui satisfeitos com os resultados obtidos. A procura só tem aumentado.” enfatiza Nelson.

Ainda de acordo com ele, os resultados podem ser notados pelos pacientes logo nas primeiras sessões, porém, o avanço depende muito do problema de saúde enfrentado por cada um.

“O acompanhamento médico é recomendado para esse público, por se tratar de pacientes com possíveis complicações, e em tratamento de patologias crônicas, como por exemplo, hipertensão arterial, diabetes, cardiopatias, osteoporose, artrose, entre outras, sendo indicada a presença de um profissional de saúde para aferir a pressão arterial, principalmente em pacientes cardiopatas e hipertensos” finalizou.

Para saber como desfrutar deste benefício e qual a unidade mais próxima da sua localidade, entre em contato com a Apabesp: www.apabesp.org.br


Reconstrução da orelha é feita através de cirurgia plástica

Procedimento utiliza cartilagem da costela para reconstruir o órgão.

Estimativas apontam que um em cada seis mil bebês nascidos vivos apresenta alguma deformidade na orelha, denominada microtia. Os meninos correm ainda mais risco, eles têm duas vezes mais chances de ter algum problema no pavilhão auricular do que as meninas. “Estas imperfeições podem ser unilaterais – quando atingem apenas uma orelha – ou bilaterais, quando as duas orelhas são atingidas”, explica o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, da Clínica Michelangelo de Curitiba-PR.

As anomalias congênitas da orelha não têm causas conhecidas, mas são associadas a alterações nos genes ou a síndromes que envolvem deformidades em outras partes do corpo. “A solução mais indicada é a correção através de cirurgia plástica. O procedimento faz a reconstrução do órgão e pode ser feito quando a criança atinge os sete anos de idade, época na qual o desenvolvimento das orelhas já está praticamente completo”, ressalta o cirurgião que é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

A técnica consiste em usar a cartilagem retirada da costela para reconstruir a orelha e é composta por duas etapas. Na primeira é feita a construção de um novo esqueleto cartilaginoso e na segunda é realizado o revestimento cutâneo para a nova orelha. “Estas estruturas são fundamentais para reconstituir o órgão e a cartilagem da costela é considerada o melhor material a ser utilizado neste tipo de cirurgia. É retirado um bloco de cartilagem do tórax no qual são esculpidos os elementos anatômicos e estéticos da orelha”, esclarece.

Já no revestimento cutâneo é feito um deslocamento da pele da região da orelha, criando uma espécie de túnel onde será colocado o esqueleto auricular. “Normalmente o paciente possui uma superfície de pele que possibilita fazer o revestimento da nova orelha. Este procedimento também é utilizado em indivíduos que sofreram traumas na região e tiveram perda parcial ou integral da orelha”, aponta o médico.

Seis meses após este procedimento é realizada uma nova cirurgia, para levantar a estrutura criada e complementar a reconstrução com enxerto de pele. É preciso aguardar este período para que o esqueleto cartilaginoso seja nutrido pela pele que o reveste, garantindo a sua sobrevivência. “Quando a reconstrução deve ser feita nas duas orelhas, o procedimento é mais complexo, já que envolve alterações anatômicas e o equilíbrio e harmonia dos dois lados da face”, acrescenta.

Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)

Cirurgião Plástico

Sites: http://www.alplastica.com

http://www.michelangeloclinica.com.br

Blog: http://draldersonluizpacheco.wordpress.com

Email: plastica.pacheco@yahoo.com.br

Fone: (41) 3022-4646 e 4141-4424

Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champanhat, Curitiba/PR.


Artigo: Romper meu Relacionamento - Estou tomando a atitude Correta?

* Por Margareth Signorelli

A melhor forma de romper um relacionamento, após ter sido decidido que esta seria a atitude a ser tomada, é uma conduta em que as duas partes precisam ser respeitadas e honradas, independentemente das razões de cada um.

Neste artigo, gostaria de ajudar no questionamento se esta é a melhor atitude ou não.

Não posso ser simplista. Em um relacionamento, existem muitos pontos a serem considerados antes de se tomar uma decisão definitiva, sem contar se surgiram frutos desta união.

Às vezes nos sentimos perdidos em um mar de emoções, sem conseguir colocar as ideias em ordem para saber que caminho seguir. Gostaríamos que, no fundo, a probabilidade de nos arrependermos não existisse.

Sugiro algumas perguntas que poderão ajudar a organizar suas ideias. Em uma situação como esta existem 2 pontos em que nossas emoções navegam:

1- A pessoa com quem nos relacionamos

2- A situação que compõe este relacionamento. A instituição relacionamento que pode ser namoro, casamento, relação estável ou algo que considerem.

Pergunte:

- Quais são seus pensamentos e sentimentos em relação à pessoa? Culpa? Responsabilidade? Compaixão? Tem medo de se arrepender por ser uma pessoa boa?

- Quais são seus pensamentos e sentimentos em relação ao seu relacionamento? Comodismo? Posição social? Medo de estar só? Preguiça de mudar?

Analise cada um dos seus sentimentos que agora estarão separados nesses dois setores e ficará mais claro para você.

Às vezes as pessoas ficam confusas sobre o que sentem e por isso não conseguem se posicionar e tomar uma decisão. Um modo que pode auxiliar é perceber como nosso corpo responde à situação que nos encontramos. Faça esse teste de percepção do seu próprio corpo.

Perceba como você se sente fisicamente na presença de alguém que você ama genuinamente. Pode ser perante o olhar de uma criança, um amigo muito querido ou até mesmo um bicho de estimação. Você se sente pleno e equilibrado? No seu centro?

Agora perceba como se sente em relação ao seu relacionamento? Fora de prumo? Desequilibrado? Não consegue explicar, mas se sente em desarmonia consigo mesmo?

Os motivos para estar com alguém têm que ser ancorados no amor e querer simplesmente estar, sem conseguir explicar o porque. O inaceitável é estar numa situação infeliz, não ser quem realmente é ou estar desequilibrado por causa dela.

Você deve levar em consideração também que se não está feliz não conseguirá fazer ninguém feliz e isto não é generosidade. Você tem um compromisso consigo de ser feliz e ninguém pode tomar esta decisão por você, isto é sua responsabilidade.

Amor não é sofrimento ou sacrifício. Amor é comprometimento. Em primeiro lugar o comprometimento com você mesmo de ser feliz.

Margareth Signorelli é Coach de Relacionamento e Terapeuta EFT (www.conexaocoach.com.br).


Margareth Signorelli

Margareth Signorelli é Coach de Relacionamento e terapeuta EFT (Emotional Freedom Techniques), processo que combina os princípios da milenar medicina chinesa com as modernas técnicas do Coaching.

Possui certificação em coaching e Quantum Evolution pelo ICI - Integrated Coaching Institute (São Paulo), e em Coach de Relacionamento e em Feminine Power Mastery (Los Angeles-EUA). Além disso, tem bacharelado em Enfermagem.

Constantemente voltada novos conhecimentos e interessada em ajudar as diversas pessoas que a procuravam com problemas de relacionamento pessoal, encontrou no método “Calling in The One”, de Los Angeles, a abordagem ideal. Tornou-se um dos 170 coaches no mundo com formação neste método, sendo hoje também uma coach de transformação.

Desenvolve os seguintes trabalhos:

- Conexão: ideal para pessoas que querem encontrar um(a) companheiro(a), marido/esposa, enfim, sua alma gêmea. Realizado em 10 sessões.

- Reconexão: coaching indicado para a pessoa que já está em um relacionamento e quer fazer crescer, desenvolver ou aprofundar sua relação, de modo a obter uma maior conexão ou uma reconexão com seu parceiro. Realizado em 10 sessões.

- Transformação: para pessoas que querem uma transformação pessoal, de maneira a mudar os resultados de sua vida. Indicado para quem está cansado de repetir os erros do passado que não permitem a realização de seus maiores objetivos. Realizado em 10 sessões.

- Orientação: Para atender a demanda daqueles que não procuram um processo de coaching, mas sim, alguém que os oriente, o que pode durar 1 ou mais sessões, dependendo da proporção da dificuldade de cada um.

Margareth Signorelli mantém-se em permanente contato com as maiores referências mundiais em relacionamento: Katherine Woodword Thomas, Clair Zammit, Ariel Ford, Alison Armstrong, Dra. Pat Allen e John Gray.

Serviço

Margareth Signorelli - Coach de Relacionamento e Terapeuta EFT
www.conexaocoach.com.br 

 


Infecção Urinária masculina pode comprometer a próstata

Homens podem sentir dor ao urinar, ardência e febre em decorrência da doença

Embora a grande maioria dos casos esteja presente no sexo feminino, visto que a proporção é de, aproximadamente, dez mulheres para cada homem, a infecção urinária, que consiste na contaminação do trato urinário por uma bactéria chamada Escherichia coli, encontrada constantemente no canal gastrointestinal, vem preocupando também o público masculino.
Leia matéria na íntegra


Nutricionista corrige sobre o consumo de frutas
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Limpe seus rins por menos de R$ 1,00

Os anos passam e nossos rins vão filtrando nosso sangue para remover o sal e outros intoxicantes que entram no organismo.

Com o tempo, o sal se acumula e precisamos de uma limpeza. Como fazer isso?
Salsa
De um modo simples e barato: Pegue um maço de salsa e lave bem. Corte bem picadinho e ponha em uma vasilha com água limpa. Ferva por 10 minutos e deixe esfriar. Coe, ponha em uma jarra com tampa e guarde na geladeira. Beba um copo todos os dias, e você vai perceber que o sal e outros venenos acumulados nos rins saem na urina.
Você vai notar a diferença!
Há muitos anos a salsa é reconhecida como o melhor tratamento de limpeza dos rins.
E é um remédio natural!
A salsa é uma das ervas com propriedades terapêuticas menos reconhecidas. Ela contém mais vitamina C do que qualquer outro vegetal da nossa culinária (166mg por 100g).
Isso é três vezes mais que a laranja.

A salsa contém também ferro (5.5mg /100g), manganésio (2.7mg / 100g), cálcio (245mg / 100g) e potássio (1mg / 100g) .. Sendo recomendada para pedra nos rins, reumatismo e cólica menstrual.

Sua alta concentração de vitamina C ajuda na absorção de ferro.

O suco de salsa, sendo uma bebida natural, pode ser tomado misturado com outros sucos, 3 vezes ao dia.
As folhas podem ser mantidas no congelador, e seu uso é recomendo na culinária diária, pois além de saudáveis, dão ótimo sabor a qualquer receita.

MUITO BOM PARA HIPERTENSOS.


30% das mulheres fazem tratamento hormonal para a menopausa

Boa alimentação, massagem, acupuntura e meditação são dicas para manter a mente e o corpo relaxados

Calor excessivo, alteração do sono, humor e da libido, suores noturnos, ressecamento vaginal, dor durante o ato sexual, diminuição da atenção e memória, são os sintomas mais comuns da menopausa. Não há idade exata para as mulheres apresentarem estes indícios, mas geralmente ocorre entre 45 e 55 anos. Há casos de menopausa precoce aos 40 anos que pode ocorrer espontaneamente ou cirurgicamente.

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Doença Renal Crônica: Cada vez mais comum em crianças


Com todo o avanço da medicina, a atenção voltada cada vez mais para a genética e para as doenças crônicas, ainda hoje é comum nos ocuparmos mais com as consequências do que com as causas. Entre tantas, um dos exemplos é a Doença Renal Crônica (DRC), considerada problema de saúde pública, com elevada taxa de morbidade e mortalidade e impacto negativo sobre a qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS). Soma-se a isto, o número de crianças afetadas pela DRC ainda em seus primeiros anos de vida.

 

Em todo mundo, a Doença Renal Crônica é um grave problema de saúde pública. No Brasil, ela recebe mais atenção quando é detectada já em seu estágio avançado, muitas vezes na fase de terapia renal substitutiva (dialise ou transplante renal). A taxa de mortalidade para as crianças em diálise é de 30 a 150 vezes maior do que na população geral. E mais: segundo dados do IBGE (2005- 2009), somente no Rio de Janeiro a incidência é de 25 pacientes com doença renal terminal (necessitando de diálise)/milhão na população infantil; Em São Paulo, somente no Hospital do Rim e Hipertensão (Unifesp-EPM) foram realizados, em 2009, 78 transplantes em crianças. Em 1988, data de início do transplante infantil, foi realizado apenas 1 transplante/ano.

 

"Exceto questões congênitas, a prevenção começa com uma boa alimentação e a educação para a prática de exercícios físicos. Os pais devem ficar atentos para alguns sinais de alerta tais como: edema, alteração da cor ou odor da urina, baixa estatura, cansaço, anemia que não responde ao tratamento, além de mensuração da pressão arterial pelo pediatra”, observa a nefrologista Maria Cristina de Andrade, especialista na área pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e pela Sociedade Brasileira de Pediatria, que complementa “a detecção e o tratamento precoce muitas vezes impedem o agravamento da doença que, com o passar dos anos, pode levar à falência renal, necessidade de diálise ou transplante de rim”.

 

Pressão sanguínea alta, anemia, ossos fracos, nutrição prejudicada e afecções nervosas são alguns dos sintomas e implicações das doenças renais. Em alguns casos, sem alternativas de melhoras rápidas, podem apresentar uma evolução progressiva. E, como efeito, problemas médicos, sociais, econômicos e psicológicos são identificáveis neste processo. Quando não se trata a DRC em crianças, as consequências são ainda maiores e mais dolorosas, para elas e para os pais.

 

Por isto, como alerta a dra. Maria Cristina de Andrade, o diagnóstico precoce pode evitar que a insuficiência renal piore e que desenvolva comprometimentos sérios à saúde geral da criança, inclusive doenças cardíacas, por exemplo. “É importante detectar estes problemas na infância, pois os reflexos futuros são certos. A questão não é saber se poderemos viver mais de 100, 150 anos, mas sim como viver este tempo todo de forma saudável”, diz a nefrologista.


 

 

Fechar o diagnóstico de uma DRC nem sempre é fácil e requer investigação de um especialista na área. “A descoberta e tratamento precoce da doença é de grande importância para retardar a sua progressão e o acompanhamento da criança deve ser multidisciplinar, visando minimizar todos os fatores que venham a comprometer a sua qualidade de vida, inclusive no que tange à compreensão de sua condição”, completa a especialista da Sociedade Brasileira de Nefrologia e da Sociedade Brasileira de Pediatria.

 

Veja no quadro abaixo os principais fatores da Doença Renal Crônica na infância:

História familiar de rins policísticos ou outra doença genética

Baixo peso ao nascimento

Histórico de insuficiência renal aguda por lesão hipóxico-isquêmica ou outro agravo no período peri-natal

Displasia ou hipoplasia renal

Doenças urológicas, especialmente uropatias obstrutivas

Refluxo vesico-ureteral, principalmente associado com infecção urinária de repetição

História prévia de nefrite ou síndrome nefrótica

História prévia de síndrome hemolítico urêmica

História de púrpura de Henoch-Schoenlein

Diabetes mellitus

Lupus eritematoso sistêmico

História de hipertensão arterial

 

Dra. Maria Cristina de Andrade:

Autora do livro “Nefrologia para Pediatras”, mestre e doutora em pediatria pela Unifesp/EPM, especialista em pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria, com área de atuação em Nefrologia Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e Sociedade Brasileira de Pediatria.


Com estágio no exterior como parte da pós-graduação pela Pediatric Nephrology Service da University of California – Los Angeles (UCLA), dra. Maria Cristina atua desde 1998 como nefrologista pediátrica, responsável pela enfermaria de nefropediatria do Hospital São Paulo (Unifesp), orientando residentes de pediatria e de nefrologia pediátrica. Também atua como nefrologista pediátrica do Hospital Infantil Sabará (SP). Ainda exerce atividade docente como professora de pediatria para alunos do segundo, terceiro e quarto ano de medicina da Escola Paulista de Medicina (Unifesp). Dedica grande parte de seu tempo também à redação de artigos científicos e participação como palestrante em simpósios nacionais e internacionais do segmento.

 

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Obesidade, sedentarismo e colesterol contribuem para problemas de má circulação no sangue

Alimentação balanceada e prática de exercícios físicos ajudam no combate à doença

Uma das principais causas de morte no Brasil, os problemas circulatórios estão cada vez mais presentes na sociedade. Porém, com a prática de uma simples atividade física regularmente e a reeducação de alguns hábitos alimentares, é possível combater esta doença.  A má circulação acontece quando há problemas no bombeamento do sangue para os vasos do corpo humano. Diabéticos, sedentários e obesos são as pessoas mais afetadas por esta enfermidade.

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Hipocondria, a "doença imaginária", acomete homens e jovens, em especial

Ansiedade é uma das principais características dos hipocondríacos

Para um hipocondríaco, sinais aparentemente inofensivos se transformam em momentos dramáticos, em que uma dor de cabeça sem precedentes é sinal de um tumor cerebral ou a boca seca é indicação de diabetes. A distorção exagerada dos sintomas leva o indivíduo com hipocondria a acreditar que sempre tem uma doença e acaba buscando atendimento profissional, realizando exames desnecessariamente e ainda faz, usualmente, uso de automedicação. Ainda assim, mesmo que testes médicos indiquem uma saúde perfeita, o portador do transtorno é capaz de contestar o resultado inúmeras vezes.


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Ciúme excessivo é doença e pode levar à depressão

O sentimento de posse acarreta, além do ciúme, raiva e baixa autoestima

A frase “Tudo são flores” é ideal para caracterizar o início de qualquer relacionamento. O prazer de conhecer o parceiro, o tempo em que permanecem juntos, as particularidades e pensamentos em comum, contudo, podem se tornar um pesadelo quando surge um vilão capaz de destruir uma relação: o ciúme. Há aqueles que consideram saudável uma pitada deste sentimento, enquanto outros não toleram. A preocupação exagerada e o sentimento de posse demonstram o ciúme excessivo, considerado uma doença pela psicóloga e psicoterapeuta, Dra. Salete Monteiro Amador.

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Vitiligo tem impacto social, mas pode ser tratado

A maioria das pessoas tem vergonha da doença e ainda desconhece o tratamento

Manchas brancas na pele podem ser características de quem possui uma doença pouco comentada, mas presente em consideráveis 1% da população mundial, a Vitiligo. Clinicamente nomeadas de acrônicas, ou seja, sem cor, alguns pacientes podem apresentar apenas uma mancha, enquanto outros se deparam com várias espalhadas pelo corpo e ainda sob quadros extensos e generalizados. Indesejáveis, elas podem aparecer também na região torácica ou nos braços

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Dermatologia, saúde pública e combate à resistência bacteriana

Dr. Paulo Velho*

 

A dermatologia é uma importante questão de saúde pública. É certo que, nos dias atuais, a fama dessa especialidade médica está mais ligada à estética do que a problemas de saúde. No entanto, a dermatologia precisa ser encarada mais seriamente pela sociedade. Cerca de 10% dos usuários de unidades básicas de saúde procuram assistência por uma queixa dermatológica e um em cada quatro indivíduos que vão a Centros de Saúde têm uma lesão de pele que requer atenção do médico.

 

Outro exemplo da relevância da dermatologia na saúde coletiva é o uso indiscriminado de antibióticos para o tratamento, tópico ou sistêmico, de transtornos cutâneos. Muitas vezes, os problemas tratados são frequentes, como a acne, que chega a acometer 80% da população. O uso indiscriminado de produtos à base de antobióticos pode provocar resistência bacteriana. E é papel do dermatologista coibir essa prática e colaborar para que a sociedade receba  informação sobre este assunto.

 

Ocasionada principalmente pelo uso inadequado de antibióticos, a resistência bacteriana pode acarretar a ineficácia desses medicamentos em tratamentos futuros, mesmo quando o problema estiver em outros órgãos, o que dificulta o controle de infecções e propicia o surgimento das temidas superbactérias. Na dermatologia, o uso de antibióticos para tratar doenças comuns merece atenção redobrada.

 

Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que mais de 50% das prescrições de antibióticos no mundo são inadequadas.  Atualmente, entre os medicamentos tópicos utilizados no Brasil para o tratamento da acne, aproximadamente 40% contêm antibióticos: dado preocupante. Para a acne, assim como outras doenças, o mercado já disponibiliza opções mais modernas, livres da substância. E, nesse caso, o tratamento com cremes ou pomadas com antibiótico é muito mais relacionado à resistência bacteriana que o tratamento oral, exceto quando o último é usado de forma inadequada Mas é fundamental que a classe médica esteja bem preparada e constantemente atualizada para utilizar a melhor alternativa.

 

A conscientização, que deve começar na faculdade de medicina para evitar prescrições inadequadas, precisa chegar aos pacientes, para reduzir a automedicação. Cada indivíduo tem características clínicas próprias e não deve usar medicamentos que julga serem bons ou que deram resultado para o vizinho. Afinal, nem sempre o remédio que foi bom para um amigo é adequado  para outra pessoa. Às vezes, pode até resolver o problema inicial, mas pode também gerar várias outras complicações.

 

O problema, contudo, vai além: os riscos do uso de antibióticos não afeta somente o paciente, mas também quem convive com ele, até mesmo o médico que trata o problema. Um estudo europeu realizado com dermatologistas e publicado numa importante revista da especialidade (British Journal of Dermatology) mostrou que mais de 60% desses profissionais carregavam em sua pele a bactéria envolvida no surgimento da acne Propionibacterium acnes resistente aos antibióticos que o próprio médico prescrevia aos seus pacientes. E esta seleção de bactérias resistentes pode acontecer também com irmãos ou outras pessoas que convivem com quem usa antibióticos, mesmo em cremes, pomadas ou géis. E estes medicamentos são  considerados inofensivos pela maioria das pessoas.

 

É importante que todos conheçam melhor os riscos e benefícios dos produtos que utilizam, mesmo por questões estéticas. E assim como todo medicamento, géis, cremes e pomadas também devem ser prescritos por um médico.

 

*Dr. Paulo Velho – Professor de Dermatologia e especialista em infectologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).


Auriculoacupuntura
Soraia Barbosa Mendonça*
GENERALIDADES
A auriculoacupuntura surgiu na China há cerca de cinco mil anos antes de Cristo.
A medicina na China já considerava que a orelha não era um simples órgão, e que tinha relação com todo o sistema do organismo humano.
 Acupuntura auricular é uma das técnicas da medicina tradicional chinesa que foi oficializada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como uma terapia de microssistema.
 A auriculoterapia é uma técnica da acupuntura, que usa o pavilhão auricular (orelha) para efetuar tratamento de saúde, aproveitando o reflexo que esse órgão exerce sobre o sistema nervoso central.
O pavilhão auricular tem pontos que correspondem a todos os órgãos e funções do corpo.
Ao efetuar a sensibilidade desses pontos por estímulos de agulhas, sementes ou estilos elétricos o cérebro recebe impulsos que desencadeiam uma série de alterações físicas, relacionadas a várias áreas do corpo. Trata por exemplo, de inflamações, perda do sentido e equilíbrio, sinusite, disfunção gastrointestinal, mau funcionamento endócrino, celulite e outras enfermidades, produzindo assim, a cura da enfermidade.
As vantagens deste tratamento é que não causa reações negativas ou efeitos colaterais, sendo um tratamento rápido e eficaz, podendo ser tratadas juntamente com a medicina ocidental, acelerando ainda mais o processo de cura e o bem estar físico.
Recomenda-se no mínimo dez sessões, sendo uma sessão por semana, assim o cliente será acompanhado e avaliado semanalmente pelo profissional que o assiste.
A aurículoterapia terá melhor efeito e benefício se somada às massagens locais ou relaxantes, obtendo assim a eficácia e a efetividade do tratamento. 
* Soraia Barbosa Mendonça é enfermeira Pós-graduada em gestão hospitalar com especialização em vários seguimentos de massoterapia e terapias alternativas.
Tel. (32)8885-3785 –soraiab2010@hotmail.com.br


Pacientes com Alzheimer se beneficiam muito com uma visita dos familiares

 

Uma simples visita ou telefonema de membros da família pode ter uma influência positiva sobre a felicidade de um paciente, embora ele possa esquecer rapidamente a visita ou a ligação

 

Eles podem esquecer rapidamente... Mas uma visita a um parente idoso com Alzheimer vai deixá-lo com um sentimento permanente de felicidade. Esta é a descoberta de um estudo realizado por Justin Feinstein, da Universidade de Iowa, publicado na Proceedings Of The National Academy Of Sciences , que pode ter implicações importantes para pessoas com a doença de Alzheimer e seus familiares.

Segundo o autor do estudo, muitas vezes, os membros da família se perguntam se vale a pena fazer uma visita ou um telefonema para um parente mais velho com demência, pois o teor da conversa é esquecido rapidamente. O que Feinstein descobriu é que a lembrança da visita é apagada da mente, mas os sentimentos “bons e quentes” provocados pela visita fazem o doente sentir que vale a pena viver.

Para chegar a tal conclusão, Feinstein e sua equipe estudaram as reações de cinco pacientes neurológicos com danos no hipocampo, uma parte do cérebro crítica para a transferência de memórias de curto prazo para longo prazo.  Danos no hipocampo provocam um tipo de amnésia que é frequentemente um sinal inicial de Alzheimer e podem ser resultado também de um acidente vascular cerebral ou de epilepsia.

Os pacientes pesquisados foram expostos a clipes de 20 minutos de filmes, intensamente emocionais: alguns felizes, outros tristes. Ao assistirem às cenas, os pacientes demonstraram emoções apropriadas e condizentes com o que estavam vendo, assim, ora havia risos, ora lágrimas.

Embora os doentes logo tivessem esquecido o que tinham visto, as perguntas sobre seus sentimentos revelaram que as emoções provocadas pelos clipes ficaram retidas por muito mais tempo.

Segundo Justin Feinstein,  muitas vezes, a negligência afetiva  do cuidador do idoso e dos familiares pode deixar o paciente  triste, frustrado e solitário, mesmo que ele não se lembre exatamente o  porquê.

“A pesquisa é uma prova clara de que as razões para tratar os pacientes com Alzheimer com respeito e dignidade vão além da simples moral humana", diz a médica Vanessa Morais, diretora da VRMedCare, empresa especializada em cuidados domiciliares na terceira idade.

Pesquisas anteriores já haviam mostrado que as interações sociais regulares reduzem o risco de desenvolvimento de demência. “Esta nova pesquisa sugere que é preciso começar a definir um novo padrão de cuidados para pacientes com distúrbios de memória. O estudo confirma uma observação da nossa prática clínica:  indíviduos com demência que vivem em ambientes tranquilos tendem a ter comportamentos menos inadequados e agressivos ", defende a médica.

Lidando com o diagnóstico de Alzheimer

Quando o idoso é diagnosticado com a doença de Alzheimer, a notícia pode ser assustadora não só para o indivíduo, mas também para os seus familiares, principalmente para os que geralmente cuidam deste idoso.

“É normal que tanto o idoso como seus familiares passem por uma diversidade de emoções e sentimentos tais como medo, frustração, negação, constrangimento, culpa, tristeza e raiva”, explica a médica Renata Diniz, que também dirige a VRMedCare empresa especializada em cuidados domiciliares na terceira idade.

É normal que os familiares se preocupem não só com as alterações já existentes no idoso, mas que também fiquem ansiosos quanto ao futuro. “Assim, quando uma pessoa é diagnosticada com a doença de Alzheimer é importante que tanto esta pessoa, como os seus familiares aprendam mais sobre a doença”, recomenda Renata Diniz.

Segundo a médica, é preciso que todos os familiares e os que cuidam do idoso saibam:

• Como a doença afeta o doente?;

• Que alterações esperar no comportamento do doente, ao longo do tempo?;

• O que podem fazer os familiares e cuidadores para auxiliar a manter a qualidade de vida e a independência do doente?

Manutenção dos laços afetivos

Renata Diniz, reforça que, embora, muitas vezes, os doentes com Alzheimer não reconheçam quem os visita, o contato humano é muito importante para eles.

“No entanto, como em qualquer tipo de demência, os doentes com Alzheimer apresentam alterações comportamentais, principalmente na interação com outras pessoas. Portanto, é muito importante se preparar bem para visitar o familiar ou o amigo com Alzheimer, buscando saber mais sobre a doença e informando-se sobre que atitudes tomar durante a visita”, aconselha a médica.

A seguir, a médica enumera algumas dicas úteis na preparação de uma visita ao doente com Alzheimer:

·       Um aspecto importante é informar-se junto aos familiares e/ou cuidadores  qual o melhor momento do dia para fazer a visita;

·       O modo como você fala com o doente com Alzheimer e a linguagem corporal também são essenciais. Durante a visita, você deve manter-se calmo, evitando elevar o tom de voz, falando lentamente e de forma clara. Se o doente aparentar não compreender bem o que você diz, ao invés de repetir, diga o mesmo, mas com palavras diferentes e frases mais curtas;

·       Evite fazer perguntas ou então faça as que podem ser respondidas com "sim" ou "não". Se o doente ficar frustrado por não conseguir responder, não insista;

·       Fale normalmente com o doente e nunca como se ele fosse uma criança. Estabeleça contato visual com o doente e chame-o pelo nome, quando quiser chamar a sua atenção;

·       É essencial respeitar o espaço do doente, evitando chegar muito perto deste;

·       Se durante a visita, o doente parecer não o reconhecer, relembre-o quem você é, e, acima de tudo, nunca considere pessoal o fato do doente não o reconhecer, ser indelicado e até mesmo responder com raiva;

·       Não discuta com o doente caso ele se mostre muito confuso. Em vez disso, tente distraí-lo, conduzindo a conversa para outros temas;

·       Tente não usar frases como  "Você se lembra de...". Ao invés disso, leve consigo objetos – como, por exemplo, fotografias - que possam suscitar memórias no doente e sobre os quais vocês possam falar;

·       Não se preocupe se a conversa com o doente não fizer muito sentido, nem corresponder à verdade;

·       Se o doente começar a ficar muito agitado, despeça-se e termine a visita. Por vezes, estes doentes não toleram mais do que 15 a 20 minutos de visita.

 

FONTE: Blog Familiares e Cuidadores de Doentes de Alzheimer, mantido por Alunos de Mestrado em Biomedicina Molecular da Universidade de Aveiro.

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Cardiopatia congênita afeta cinco bebês a cada cem nascimentos

Cerca de 130 milhões de crianças nascem no mundo com a doença que, quando descoberta na gestação ou logo ao nascer, pode salvar o bebê

Cardiopatia congênita é uma doença que provoca anormalidade da estrutura ou função do coração. A pessoa nasce com a patologia, que pode ser herança de antecedentes familiares que tem o mesmo problema, malformações fetais, comprometimento genético de outras doenças (mongolismo e síndrome de down) ou estar associada a casos de rubéola, toxoplasmose, citomegalovirose (infecção viral) e diabetes gestacional. Todos os anos, cerca de 130 milhões de crianças nascem no mundo com a doença e, somente no Brasil, são aproximadamente 21 mil bebês que precisam de algum tipo de intervenção cirúrgica para sobreviver

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Sonolência diurna, a chamada narcolepsia, pode levar à morte

Patologia é rara, incurável e considerada grave

À medida que corpo e mente manifestam sinais de cansaço após um exaustivo dia de atividades, o ideal é dormir, em média, oito horas por dia visando repor as energias para a realização de novas funções, organizar a memória e eliminar a sensação de fadiga corporal. No entanto, mesmo que a pessoa tenha dormido bem, pode estar sujeita à narcolepsia, caracterizada por ataques de sono diurnos e incontroláveis a qualquer momento e em situações inusitadas, como ao dirigir, durante uma reunião profissional ou até mesmo em pé dentro de um ônibus

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90% dos casos de câncer, se detectados precocemente, podem ser curados.

Um estilo de vida saudável e a realização de um onco-checkup anual são grandes aliados no combate ao câncer


A União Internacional de Combate ao Câncer prevê que, somente este ano, aproximadamente 500 mil brasileiros tenham algum tipo de câncer. As estimativas assustam, mas será que é possível livrar-se dessa doença que acomete o indivíduo de forma tão agressiva e incontrolável, e multiplica-se tão rapidamente por diversas estruturas do corpo? Segundo o Dr. Ademar Lopes, sim. Cirurgião oncologista e diretor do departamento de cirurgia pélvica do Hospital A. C. Camargo, ele afirma que o segredo é o diagnóstico precoce “se tratarmos nossos pacientes seremos capazes de curar 90% dos casos, a baixo custo, e ainda sem seqüelas”, garante

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O medo da rotina

Médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho, orienta a população sobre a depressão pós-férias, doença que atinge, aproximadamente, 23% dos trabalhadores brasileiros

Para muitas pessoas, janeiro é sinônimo de sombra e água fresca. Muitas aproveitam as férias escolares dos filhos e o início do verão para tirar merecidos dias de descanso do trabalho e da rotina diária. Segundo a médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho, as férias são fundamentais para a saúde e o bom desempenho do funcionário. O estresse e pressão do cotidiano vão se acumulando e causam desgaste físico e mental, que pode evoluir para um problema grave de saúde

Já para um grande número de trabalhadores, o grande problema, que afeta a saúde psicológica, pode surgir na volta à rotina de trabalho. De acordo com estudo realizado pela International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR) 23% dos brasileiros sofrem de depressão pós-férias

Esses índices são conseqüência da pressão cada vez maior no ambiente de trabalho, aumento da competitividade e insatisfação de alguns pela profissão ou empresa que trabalham. Conforme detectado pela pesquisa, 93% das vítimas de depressão pós-férias se sentem insatisfeita profissionalmente; 86% não vêem possibilidade de promoção ou desenvolvimento; 71% consideram o ambiente de trabalho hostil ou pouco confiável e 49% têm conflitos interpessoais no local onde atuam

Para Soraya Hissa, todas as pessoas ao voltarem das férias demoram um tempo para entrar no ritmo novamente. "Na primeira semana é normal que os profissionais sintam um pouco de desânimo, ansiedade, sono, falta de motivação, desconcentração e até certa irritabilidade. Quem não gosta da boa vida que tem nas férias, da possibilidade de ficar próximo das pessoas que gosta, conhecer lugares novos e não preocupar-se com nada?! Por isso, a primeira semana pós-férias é sempre de adaptação à velha rotina", afirma a médica

Se esses sintomas persistem por mais de duas semanas, a pessoa pode estar com síndrome pós-férias ou depressão pós-férias, que consiste na mudança do estado de humor do indivíduo. Essa mudança afeta o físico, a mente e o comportamento daqueles que sofrem com a síndrome, podendo, dessa forma, causar sérios problemas de relacionamento dentro de seu ambiente de trabalho

Para não sofrer com o fim das férias

ara fugir da depressão com o fim das férias e a volta ao trabalho a psicanalista aconselha que, quem não estiver se sentindo bem no ambiente profissional, que analise antes do período de férias seu grau de satisfaço com a profissão, a empresa que trabalha e o que incomoda neste ambiente

"A partir dessa avaliação o trabalhador deve tentar encontrar a melhor forma de solucionar o problema. Todos devem ter em mente que dinheiro é fundamental, mas nossa felicidade deve ser primordial. O que adianta termos uma profissão se não a executamos com prazer. Um bom salário não compra felicidade! Quando fazemos o que gostamos vamos realizar com mais afinco e melhor, e o dinheiro e o reconhecimento são conseqüência de um ótimo trabalho", acredita

Saiba como evitar a depressão pós-férias

- Organize-se para sair de férias, minimizando a pressão do retorno. Isso significa delegar atividades relacionadas a projetos urgentes, respostas a e-mail e assuntos urgentes. Outra boa dica é deixar avisado que o celular estará desligado durante esse período

- As férias são para descanso do corpo e da mente. Portanto, evite telefonar para o trabalho ou ficar acessando e-mail profissional. O uso do computador deverá ser para lazer e não para trabalho

- Aproveite a oportunidade do recesso para aprimorar ou introduzir hábitos saudáveis que ajudem a suportar melhor as pressões do dia a dia. Passear, dormir, praticar esportes, colocar a vida social em dia são ótimas opções e ainda ajudam a relaxar

- A alimentação deve ter atenção especial, com a adoção de rotina alimentar que preveja horários apropriados e alimentos nutritivos. Nos dias de retorno, evitar cafeína e álcool. Este último está associado à depressão

- Não ignore o fato de que o retorno das férias pressupõe a existência de tarefas acumuladas. Por isso, adote uma estratégia para dosar o ritmo das atividades nos primeiros dias. A ideia é ter um comportamento de maratonista: não exagere no começo para ter energia para finalizar a competição

- Tente manter o ritmo do sono nos primeiros dias, procurando ir para a cama mais cedo, propiciando um sono reparador. Use todas as estratégias para beneficiar-se disso: escureça o quarto, isole-os dos sons externos, durma com roupas confortáveis etc

Fonte:http://www.lincx.com.br

Fonte para entrevistas: Médica e psicanalista Soraya Hissa de Carvalho

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Fevereiro/2011


Carnaval vem aí. Tome muito cuidado com o HPV !

Previna-se

        Ao contrário do que se pensa, não se trata de apenas um tipo de vírus, mas sim de uma família de vários tipos. Os papilomavírus humanos (HPV) são vírus das famílias Papovaviridae, que possui mais de 100 subtipos diferentes identificados. As doenças mais comumente associadas a esses vírus são lesões de pele ou mucosa, que normalmente mostram crescimento limitado e regridem espontaneamente após uma resposta imune. Os subtipos 6 e 11 são encontrados na maioria das verrugas genitais (condilomas acuminados), também chamados de "crista de galo". Já os subtipos 16 e 18 são considerados de alto risco e relacionados a tumores malignos, em especial câncer de colon do útero

       Uma das características desse vírus é que ele pode ficar instalado no corpo por muito tempo sem se manifestar, entrando em ação em determinadas situações, como na gravidez ou em uma fase de estresse, quando a defesa do corpo fica abalada

        Na maior parte das vezes, a infecção pelo HPV não apresenta sintomas. A mulher tanto pode sentir uma leve coceira, dor durante a relação sexual ou notar corrimento. O mais comum é ela não perceber qualquer alteração em seu corpo

         Na maioria dos casos essa infecção não resulta em câncer, mas é comprovado que até 99% das mulheres que tiveram câncer no colon do útero foram infectadas por esse vírus. No Brasil, cerca de 7.000 mulheres morrem anualmente por esse tipo de tumor

        Em seus estágios iniciais, as lesões causadas pelo HPV, denominadas displasias, podem ser tratadas com sucesso em cerca de 80% a 95% dos casos, impedindo que a paciente tenha mais complicações no futuro. Portanto, a melhor arma contra o HPV é o diagnóstico o quanto antes.


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